3 de agosto de 2013

TREMBUSS realidade ou ficção?

PROJETO TREMBUSS
Gert Roland Fischer (*)

            Como de costume, a minha viagem da semana, feita profissionalmente era Palhoça na Grande Florianópolis. Sai de casa de carro e me dirigi a Rodovia Mario Covas e estacionei na área subterrânea da estação trembuss da  Nova Brasília em Joinville. Caminhei por corredores bem iluminados e climatizados até a plataforma de embarques e desembarques do terminal. Esta estação, tem acessos vindos da BR 101 permitindo o encostamento dos ônibus em diversas plataformas. Os grandes ônibus articulados  vem do Paraná, São Paulo e outras regiões brasileiras quando utilizam a via em direção Sul.
            Eu havia comprado virtualmente a passagem com poltrona marcada, dois dias antes. Algumas linhas iniciam e terminam nessa estação. Outros, a maioria, recebem ônibus de toda ordem de companhias durante 24 horas. Painéis eletrônicos informam chegadas e saídas nas plataformas de embarque e desembarque.  O moderno terminal oferece conexões com taxis, Vans e  ônibus urbanos para translados alternativos. Há também uma agencia locadora de carros e motos. Restaurantes, confeitarias, bares, bistrôs barbearias, manicures e lojas de utilidades e presentes completam o complexo do terminal que também oferece salas Vip para teleconferências, para reuniões com o conforto que exige cada situação.
            Me dirigi para a plataforma de chegada do meu ônibus. Chegou pontualmente. Só eu embarquei. Ninguém desembarcou. Fechou a porta e deixou a plataforma e rapidamente entrou na rodovia. A linha que escolhi é de um trembuss interestadual, com uma na estação trenrodoviaria em São José-Florianopolis onde desembarquei. Em plataforma próxima, tomei outro ônibus com destino a Palhoça.
            O trembuss com três vagões rodoviários articulados se desloca em pista comum na velocidade média de 100 km/horários. Gigantescos com dois pisos com poltronas executivas e também leitos. Dispõe de compartimento para bicicletas, pequenas motocicletas, pranchas de surf, e bagagens dos passageiros.
            Trata-se de sistema inovador para o transporte de passageiros muito rápido, descomplicado, inteligentes ao contrario do velho método de “sair dos trilhos” para entrar nas cidades para alcançar perigosamente as estações rodoviárias antigas, velhas, desestruturadas, sem conforto e segurança.
            Ao chegar na Palhoça, tomei um taxi e me dirigi em poucos minutos ao meu destino. Passei o dia em atividades profissionais e a noite, voltei ao terminal trem rodoviário de São José/Florianópolis. Comprei a passagem em terminal computadorizado que me possibilitava embarcar em qualquer ônibus que se dirigisse a Joinville. Em 7 minutos tomei o primeiro trembuss que chegou a plataforma com parada na estação Nova Brasília em Joinville. Peguei um túnel sob a rodovia, que me levou ao estacionamento onde estava o meu carro. Paguei o estacionamento e fui para casa.
            Durante a viagem  coloquei em dia projetos e trabalhos pendentes. Li e enviei inúmeras mensagens eletrônicas e falei com clientes no tempo em que durou a viagem. Cheguei em casa relativamente desestressado. O dia foi totalmente bem utilizado profissionalmente.
            O projeto do TREMBUSS apresentei no Workshop da mobilidade em Joinville na ACIJ, promoção da FIESC no dia 31.08.13.
           
(*) Eng° Gert Roland Fischer

Profissional da gestão ambiental  (47) 99858647

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