29 de agosto de 2013

Manguezais

Tema: Manguezais

TV da Cidade

Programa Ecologia em Ação - produção e apresentação Gert Rolland Fischer.
Aos sábados das 18:30 as 19:00hs, reapresentação nas segundas 15:30 as 16:00hs, e nas madrugadas de domingos e terças na TV da Cidade Joinville - www.tvdacidade.com.br

22 de agosto de 2013

Ecologia em Ação - 22/08/2013

Tema: Fauna Joinvilense

TV da Cidade

Programa Ecologia em Ação - produção e apresentação Gert Rolland Fischer.
Aos sábados das 18:30 as 19:00hs, reapresentação nas segundas 15:30 as 16:00hs, e nas madrugadas de domingos e terças na TV da Cidade Joinville - www.tvdacidade.com.br

21 de agosto de 2013

APÓS A JUÍZA JULGAR IMPROCEDENTE A AÇÃO PROPOSTA PELO FILHO DO EX-PRESIDENTE, COMEÇO A TER ESPERANÇA NESTE MEU BRASIL BRASILEIRO.


LULINHA, É CONTRARIADO ....


Na ação movida pelo filho de Lula contra a revista Veja, pedindo indenização por danos morais pela matéria publicada a respeito do seu enriquecimento milagroso, e também sobre a frase dita pelo ex-presidente "Meu filho é o Ronaldo dos negócios".
Abaixo, trecho da sentença da Drª Luciana Novakoski Ferreira Alves de Oliveira, MMª Juíza de Direito Auxiliar:
"...O autor (Lulinha) precisa compreender que é de interesse de toda a população brasileira saber como o filho do Presidente da República obteve tamanha ascensão coincidente ao mandato de seu pai. E há de concordar que uma imprensa livre para investigar tais fatos é fator essencial para que vivamos num Estado Democrático de Direito, ideal outrora defendido por tantos que, agora, ao que se vê, parecem se incomodar com ele."
Desse modo, examinando-se o conflito dos interesses constitucionais envolvidos na publicação da matéria, verifica-se que a conduta dos réus não foi abusiva e apenas buscou informar seus leitores sobre assunto de relevante interesse público. Logo, inexiste direito à reparação civil.
Ante o exposto, JULGO IMPROCEDENTE o pedido, nos termos do art. 269, inciso I, do Código de Processo Civil.
"Em razão da sucumbência, arcará o autor com o pagamento das custas e despesas processuais e de honorários advocatícios, que fixo, por equidade, em R$ 10.000,00.”

Drª Luciana Novakoski Ferreira Alves de Oliveira,
MMª Juíza de Direito Auxiliar,

19 de agosto de 2013

Desgoverno mundial totalitário


Adriano Benayon * - 
 14.08.2013

01. Estamos diante de mudança qualitativa na situação mundial, tanto no plano econômico como no político.

02. Depressão, desemprego crescente, concentração e financeirização absurdamente elevadas - incompatíveis sequer com o pouco que restava do estado de direito - têm levado ao Estado totalitário, cujas instituições aplicam meios e armas tecnológicas, nunca dantes vistas, para desinformar, espionar e reprimir as pessoas.

3. Poucos países, como Rússia, China e Irã, não se comportam como capachos do império angloamericano, sofrendo, por isso, pressões militares, políticas e constante campanha denigridora, apesar de com ele colaborarem em muitos terrenos e questões (1). Nem esses se desvencilharam plenamente da oligarquia financeira angloamericana, absoluta em numerosas nações subjugadas, de todos os continentes.

04. Isso, inclusive porque o império logra manter seu sistema financeiro fraudulento, inclusive o dólar e o euro no grosso das transações mundiais e constituindo mais de 90% das reservas de divisas (só o dólar, mais de 60%).

05. Sem a ameaça do poder militar e sem as incríveis manipulações nos “mercados financeiros” pelos bancos da oligarquia, o dólar teria, de há muito, perdido toda credibilidade.

06. Essa moeda é emitida em quantidades colossais, mais de vinte trilhões tendo sido passados aos bancos da oligarquia financeira angloamericana e a alguns europeus a ela vinculados, para livrá-los do colapso criado por esses próprios bancos, com a orgia dos derivativos.

07.A injeção de dinheiro no sistema financeiro oligárquico, por parte dos tesouros nacionais e dos bancos centrais, através da criação de moeda, levou os tesouros a se superendividar, e os bancos centrais a exceder os limites toleráveis de emissões.

8. Por isso, não haverá como usar o mesmo “remédio” no próximo colapso, que terá consequências ainda piores que as do anterior, de 2007/2008, inclusive, como já aconteceu em Chipre, o confisco de haveres dos depositantes.

09. Desde o anterior, com as empresas produtivas e as pessoas em dificuldades, os bancos quase não emprestaram aos que produzem, e geraram a bolha do dólar e as dos mercados de títulos e de ações.

10. De fato, os governos títeres fizeram o contrário do que recomenda a ciência econômica não pautada pela submissão ideológica à oligarquia: deixar falir os grandes bancos e aplicar recursos financeiros na produção em bases saudáveis, desmontando carteis e oligopólios e fomentando pequenas e médias empresas, bem como fortalecendo as estatais e investindo na infra-estrutura.

11. O montante dos derivativos não registrados em bolsas (over the counter), que havia ultrapassado 600 trilhões de dólares no auge da “crise” em 2008, voltou a fazê-lo em 2011 (dados do Bank for International Settlements – BIS).

12. Grande, se não a maior, parte dos derivativos revelou-se podre, por serem pacotes de obrigações securitizadas, em cuja base estavam instrumentos de crédito-débito sem condições de serem adimplidos.

13. Os vultosos prejuízos resultantes desencadearam o colapso e deveriam ter causado a falência dos grandes bancos, cujos controladores, executivos e acionistas haviam obtido ganhos bilionários com as fraudes.

14. A sequela do colapso financeiro foi a depressão e o desemprego nos EUA, Inglaterra, Japão e na quase totalidade da Europa, com reflexos em todo o Mundo.

15. Aí entra a desinformação. Nos EUA, os órgãos oficiais falseiam as estatísticas de diversas formas, inclusive superestimando a produção, ao aplicar aos preços deflatores muito inferiores à inflação verdadeira, e subestimando o desemprego.

16. Mas as pessoas sentem a deterioração de suas condições de vida e protestam. Diante disso, a oligarquia recorre à repressão policial, reforçando cada vez mais a natureza totalitária do poder público que controla. É o inelutável reverso político da medalha econômica e social.

17. O Estado policial, a serviço da oligarquia, já estava consolidado antes da implosão das Torres Gêmeas, em Nova York, e do míssil disparado conta o Pentágono, em Washington, em 11.09.2001, pois praticar um golpe dessa magnitude, conseguir ocultá-lo na “investigação”, reprimir os que demonstraram a verdade e impor à mídia a difusão da mentira oficial, são façanhas só possíveis sob instituições totalitárias.

18. Esse golpe - vale recordar – foi perpetrado para aterrorizar a população, obter do Congresso mais leis repressoras e “justificar” ações de guerra de grande envergadura, no Oriente Próximo e no Norte e Leste da África, no Afeganistão, Iraque, Líbia, e mais recentemente Síria.

19. Muita gente imagina que a oligarquia não tem como evitar a depressão e crê que ela não entende como a política econômica a poderia suprimir. 20. Entretanto, a recorrência das depressões e a continuidade das guerras demonstram que elas não são catástrofes naturais, mas, sim, deliberadamente cultivadas, além de consequência da concentração extrema do poder econômico, causada pelas políticas públicas comandadas pela oligarquia.

21. A oligarquia tem por objetivo central aprofundar e tornar absoluto seu poder econômico e político. Para isso, nada melhor que tornar pobre a grande maioria dos razoavelmente prósperos e a totalidade dos trabalhadores, que, em situação de vida menos desfavorável, contariam com recursos financeiros e tempo para organizar-se e resistir à concentração do poder e aos desmandos da repressão totalitária.

22. Um exemplo disso ocorre com os brasileiros, que, se empregados, têm de desperdiçar cinco horas diárias estressando-se no trânsito. Além disso, o lazer é arruinado pela anticultura, e pela promoção de vícios e pela destruição de valores inculcadas pelos meios de comunicação e de entretenimento.

23. Os moderníssimos e cada vez mais poderosos instrumentos da eletrônica e da informática são intensamente empregados a serviço disso, como também da espionagem industrial e a repressiva, causando danos às economias nacionais e à privacidade e à segurança de cada indivíduo.

24. O Brasil, transformado em zona passiva da exploração e da opressão imperiais, tem o “privilégio” de votar na urna eletrônica menos confiável do Mundo, e agora seus eleitores vão ser submetidos pela “Justiça” ao cadastramento biométrico, ficando, assim, expostos a mais abusos contra seus direitos.

25. Por mais absurdo que pareça às mentes sadias, infere-se o objetivo de dizimar a população mundial, por parte da oligarquia instituidora da “nova ordem mundial”. Basta, para isso, ver o que ocorre, há decênios.

26. Percebe-se mais um “sentido” da depressão econômica: favorecer o aumento da subnutrição, da má nutrição e das doenças, inclusive através do estresse, fonte da intoxicação endógena e da perda da imunidade.

27. O fomento das doenças, além de fonte de lucros das indústrias da “saúde”, faz “controle demográfico”, complementando o controle da natalidade. Para tanto, estão aí os transgênicos, agrotóxicos, o lançamento de rastros químicos por aviões, a gigantesca poluição de produtos como petróleo e seus derivados, carvão, xisto, os da indústria química e n outros.

28. Na mesma direção, refrigerantes, fumo, drogas, antibióticos, quimioterapia, radioterapia e os hormônios, inclusive administrados ao gado e aves. Ademais, a medicina orientada pelos interesses financeiros da indústria farmacêutica e da de equipamentos médicos.

(1) O caso emblemático do analista Snowden provocou a fúria dos agentes imperiais, tendo o presidente Putin agido com exemplar firmeza, ao lhe conceder asilo, em contraste com a atitude dúbia da China, que rapidamente o despachou para a Rússia.


* - Adriano Benayon é doutor em economia e autor do livro Globalização versus Desenvolvimento.

18 de agosto de 2013

mais destruição total na Amazônia equatoriana. Um desastre a caminho.

O Equador pediu ao mundo que pagasse para ajudar o país a manter 20% das suas reservas de petróleo enterradas na Amazônia, num dos locais com mais biodiversidade do planeta. Precisava de contribuições no valor de 3600 milhões de dólares, mas apesar de uma intensa campanha internacional, não conseguiu mais do que 13 milhões, e o Presidente, Rafael Correa, acaba de pedir autorização ao Parlamento para abrir os lotes ITT do Parque Yasuní à exploração petrolífera.
O Presidente, Rafael Correa, anunciou a sua decisão num discurso na televisão e, ao dar por terminada a Iniciativa Yasuní ITT, disse esperar conseguir 18 mil milhões de dólares com a exploração de petróleo nos lotes ITT (as iniciais de Ishipingo-Tambococha-Tiputini). Esse dinheiro seria usado “para vencer a miséria, especialmente na Amazónia, que regista o maior índice de pobreza”, escreveu no Twitter.
Alguns dos lotes ITT ficam em zonas protegidas porque são território de povos isolados, índios que vivem sem contacto com o resto da civilização. Por isso, a Constituição do Equador, que contém artigos garantindo a protecção da natureza e dos povos indígenas, exige que o Parlamento aprove o avanço da exploração petrolífera naquele recanto do Parque Yasuní — onde já há anos se tira petróleo da terra, mas noutros locais.
As críticas de organizações ambientalistas e sociais, e de cientistas, mobilizados desde 2007 para defender o Yasuní, choveram sobre Rafael Correa, que quis criar no Equador a sociedade do Sumak Kawsay — o viver bem, inspirando-se num conceito de um povo indígena. Correa diz ter sido traído pela comunidade internacional: “O mundo abandonou-nos”, afirmou.
Nos lotes ITT estão reservas de cerca de 846 milhões de barris de petróleo. O plano que o Equador tinha proposto era que outros países pagassem a Quito metade do valor que poderia ser gerado por estas reservas durante dez anos, para manter o petróleo enterrado debaixo da exuberância de verde e de floresta alagada que funciona como um refúgio para tantas espécies da Amazónia.
Estima-se que ali existam cem mil espécies de insectos, e que o Yasuní seja o local com mais espécies do planeta. “Mas a maioria dos insectos que recolhemos são muito pequeninos, caberiam na cabeça de um alfinete”, explicou ao PÚBLICO, em 2011, David Romo, em Quito, na sede da organização não governamental norte-americana Finding Species. Romo é co-director da Estação de Biodiversidade de Tiputini, da Universidade de San Francisco de Quito, uma das duas instalações de investigação científica que existem no parque.
E não é só em insectos que o parque é rico: uma análise publicada em 2010 na revista Public Library of Science One por cientistas norte-americanos e do Equador concluiu que o Yasuní é tão especial porque ali se sobrepõem quatro zonas de biodiversidade recorde: de anfíbios, aves, mamíferos e plantas vasculares (árvores e outras plantas com leninha, como as lianas).
Esta era a oferta especial que o Equador colocava no mercado ambiental internacional: nestes 0,5% da bacia Amazónica concentra-se grande parte da variedade de espécies da floresta: 137 de anfíbios, 211 de mamíferos, 601 de aves, e mais de 4000 espécies de plantas vasculares. Um hectare de floresta de terra firme no Yasuní deverá ter mais de 655 espécies de árvores e mais de 900 espécies de plantas vasculares, no total.
Mas a comunidade internacional nunca manifestou grande entusiasmo neste negócio — encarado por muitos como uma espécie de chantagem.

16 de agosto de 2013

Caro Eng. Civil Aldo Borges

O programa que apresento no final desse artigo de minha autoria, novamente o dedico ao Governo UDO DÖHLER 

www.ecologiaemacao.com

Comento sobre as pessoas de Joinville que tratam bem os pássaros. Que os alimentam na cidade, por que agricultores criminosos na zona rural os matam com venenos, destruíram matas ciliares, aterraram os banhados e zonas úmidas, que os criminosos invasores da COTA 40 derrubaram a floresta dos morros do Boa Vista e Iririú, que os invasores dos mangues e restingas privatizaram o que era de todos, inclusive da fauna, e muito mais. Pesa também em toda essa crueldade os esforços de muitos em impedir a implantação de uma Reserva de Fauna na Baia da Babitonga, como também o que o Luiz Henrique e o Deputado do PMDB Valdir Colatto de Chapecó, conseguiram aviltar o código florestal de SC, perdoando todos os crimes ambientais imputados pela destruição de matas ciliares e áreas de preservação permanente roubadas da Fauna. Praticas tão criminosas quanto as praticadas por troca de votos.

E dever moral e ético que cada cidadão cuidar melhor e proteger a fauna silvestre que se encontra foragida em nossa cidade que ainda tem morros verdes que a corrupção, a impunidade, o crime organizado do concreto, estão cercando e ocupando mas ainda não conseguiram totalizar na ocupação. São prédios gigantescos construídos por licenciamentos que jamais deveriam ter sido autorizados.
Assustador são os movimentos que estão sendo arquitetados para aprovar um novo $plano$Diretor$ para Joinville. Um massacre para a qualidade de vida e pelos direitos adquiridos. Ruas inteiras não receberão mais o sol no inverno. Que cidadão é esse que pouco se importa com as fauna e flora silvestres que nos prestam inestimáveis serviços ambientais.
Udo, veja o caso das famílias mais idosas que ajudaram a construir a gostosa Joinville que não temos mais. São enxotadas de suas casas pela industria dos Prédios! Não conseguem mais vender suas casas que ficaram entre prédios? Ficam doentes por que não tem mais o sol, que tira os mofos, que limpa e oxigena os pulmões e que desumidifica tudo. Quem compraria essas velhas casas na caminhada final da vida desses infelizes ? O que essas pessoas idosas ainda poderão fazer na idade em que se encontram? Comprar um apartamento com o $Queiroz$?

Observamos na mídia que os animais domésticos tem a disposição e sem qualquer custo, mais advogados e direitos que os seres humanos em Nossa Joinville! Acompanhe o caso do cachorro que foi pego pela coleira por seu dono, um praça do 62° BI que esta sendo trucidado pela mídia ?

A sociedade enveredou por um caminho muito perigos e sem volta. A família esta sendo massacrada. Logo será vergonha a existência de casais de macho e fêmea tendo filhos passeando pelas ruas.
A sociedade podre, corrompida, drogada esta impondo às autoridades e aos sadios de corpo e alma, princípios mal cheirosos e degradados.

Assista ao programa Ecologia em Ação desta semana na TV CIDADE DE JOINVILLE, ou abra o portal que esta no final desse estudo de caso na presença do seu Prefeito, + o Ouvidor do Município,+ o procurador do Município, funcionários, amigos, partidários e comissionados cujos altos salários pagos pontualmente, ajudo a pagar.

Assista ao programa na companhia do Secretário do SEINFRA, do pessoal do IPPUJ e com os CONSELHEIROS DO COMDEMA ( A MAIORIA FUNCIONÁRIOS SOB COMANDO DO PREFEITO)no qual levanto novamente sérios problemas da cidadania abandonada à própria sorte.

Quem manda mesmo em Joinville é o SINDICATO do concreto armado. São $esses$ que impedem a construção pela PMJ de unidades recicladoras dos resíduos ricos provenientes do desmonte e da construção civil.

O PREÇO DOS MATERIAIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL como: RACHÃO, BRITAS, PEDRISCOS, AREIAS, PÓ DE BRITA, TUDO É CONTROLADO PELA MAFIA DA BRITA QUE DESTRÓI OS NOSSOS MORROS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DE FORMA MERCENÁRIA E IMPIEDOSA.

VENDO OS CRIMES AMBIENTAIS ARDILOSAMENTE ELABORADOS E APROVADOS PELAS AGENCIAS AMBIENTAIS QUE DEVERIAM SOB NOSSA AUTORIZAÇÃO PRESERVA-LOS, SABE-SE QUE ACONTECE JUSTAMENTE O CONTRARIO, POIS NÃO TEM O QUE O DINHEIRO E BONS ADVOGADOS NÃO CONSIGAM, QUER LICENCIAR, APROVAR E PRINCIPALMENTE DESTRUIR. NÃO OCORREM NESSES LICENCIAMENTOS, AJUSTAMENTOS DE CONDUTA NA PROPORCIONALIDADE CORRESPONDENTE AO GIGANTESCO DANO AMBIENTAL QUE CAUSAM E PELOS LUCROS FANTÁSTICOS QUE GARANTEM AOS QUE PRIVATIZAM O QUE PERTENCIA A TODOS.

AS LEIS FORAM MANIPULADAS POR DEPUTADOS QUE INOCENTEMENTE ELEGEMOS PARA BENEFICIAR JUSTAMENTE OS QUE MAIS DINHEIRO TIRAM DO CAIXA DOIS PARA FINANCIAR SUAS CAMPANHAS. ESSE TIPO DE GENTE ARROGANTE E IMPUNE, COMPROU UM ESPAÇO ECONÔMICO QUE NÃO PERMITE A RECICLAGEM DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL. ASSIM, É CONFORTÁVEL E FÁCIL IMPOR PREÇOS CARTELIZADOS PARA VENDE-LOS AOS CONTRIBUINTES ATRAVÉS DOS PREFEITOS QUE ELEGEMOS E CONSTATAR TAMBÉM A PROPOSITAL OMISSÃO DE VEREADORES QUE NÃO SE IMPORTAM PELO CIDADÃO, SUA QUALIDADE DE VIDA E PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO NATURAL E DAS FAMÍLIAS.

Nas eleições o eleitor de Joinville não tem opções. Tem que eleger os candidatos impostos pelo PODER ECONÔMICO. Quando eleitos não legislam para o povo. Se não forem eleitos terão bons salários como comissionados. Esse bando que vira as costas para o povo, Legislam para aumentar o fosso entre pobres e muito ricos. Legislam para possibilitar que espaços que eram de todos sejam privatizados para a orgia de poucos.

Isso não é sociedade sustentável. Isso significa preparar a sociedade cada vez mais angustiada para o Grande dia da DESFORRA.

Prestem muita atenção ao que esta ocorrendo no Rio de Janeiro.

ACREDITO QUE O POVO VAI VOLTAR AS RUAS e desta vez não será com bons modos não!

AONDE ESTAVA A PMJ que não foi fiscalizar as obras e negócios criminosos conta a sociedade patrocinados pelo QUEIROZ?
AONDE ESTAVA O CRECI que não prestou atenção ao que o QUEIROZ estava fazendo contra centenas de joinvilenses ?
Aonde estava o CREA-SC de Joinville, que não fiscalizou obras não autorizadas?

AONDE ESTAVA A SECRETARIA DA FAZENDA DO MUNICÍPIO DE JOINVILLE QUE NÃO OBSERVOU OS PONTOS DE VENDAS DE APARTAMENTOS DA QUEIROZ EM PLENA VIA PUBLICA, TUDO NA ILEGALIDADE ? PORQUE O QUEIROZ NÃO EMITIA NOTA FISCAL DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS COM COBRANÇA DE ISS para os cofres da ADMINISTRAÇÃO UDO?
AONDE ESTAVA O MINISTÉRIO PUBLICO PARA DEFENDER CENTENAS DE CIDADÃOS ENGANADOS QUANDO SE SABE QUE O QUEIROZ ESTAVA SENDO PROCURADO POR CRIMES SEMELHANTES EM OUTROS ESTADOS?

JA NÃO BASTA PARA OS JOINVILENSES VER TODOS OS DIAS UM ZEBRÃO SORVETES QUE HA MAIS DE 20 ANOS USA ESPAÇO PUBLICO NA PRAÇA DA BIBLIOTECA SEM PAGAR NADA DE IPTU, ISS, NADINHA, POIS DUVIDA-SE QUE TENHA A PREFEITURA DE JOINVILLE, LEGALIZADO ESTA ATIVIDADE EM UMA PRAÇA PUBLICA. PIOR: não tem macho, femea, homosexual ou juiz que tire essa vergonha das nossas vistas ?

DAR RESPEITO AO PROPRIETÁRIO DE VEÍCULOS DA ZONA SUL POR ONDE OCORREM AS PASSAGENS DE NÍVEL e solucionar em um dia, o problema de mais de 25 passagens de nível, o que não custaria nada para a Prefeitura? Quase nada? Com uma compra de SEIS MILHÕES DE REAIS DE BRITA, os fornecedores cartelizados dariam esse pedrisco de presente para o Secretario do SEINFRA como a "COMISSÃO" QUE FOI PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTORIA "DEISCHTE PAISCHZSSS" DADA AOS CONTRIBUINTES e lançar pedrisco entre os trilhos, aplainar a passagem e eliminar as arapucas que estão a espera de incautos proprietários de veículos e carrinhos de crianças. Seria um ato de amor ao próximo pelo menos.

TODAVIA Não se faz nada. A ALL continua arrebentando com nosso patrimônio e expondo os contribuintes ao risco permanente de acidentes.

QUEM MANDA MAIS QUE O PREFEITO DE JOINVILLE, TIRANDO A TURMA DA BRITA, É A ALL.

MANDA E PONTO FINAL.

IGNORA TOTALMENTE A EXISTÊNCIA DO PREFEITO QUE DEVERIA ZELAR PELA INTEGRIDADE FÍSICA E MORAL DOS SEUS CIDADÃOS.

Nem isso a prefeitura consegue fazer.

Mas o que esta acontecendo com o nossos impostos?

Não conseguimos cancelas, não ha controle nessas passagens e os carros se quebram e as pessoas tropeçam e caem.

Que tipo de Governo é esse?

JOGUEI FORA O MEU VOTO E O DE MEUS FAMILIARES QUE ME PERGUNTARAM EM QUEM VOTAR PARA PREFEITO DE JOINVILLE !


TRISTEZA É NÃO TER MAIS ESPERANÇAS.

Gert Roland Fischer

15 de agosto de 2013

Resíduos da Construção Civil - Ecologia em Ação - 17/08/2013

Tema: Resíduos da Construção Civil 

TV da Cidade

Programa Ecologia em Ação - produção e apresentação Gert Rolland Fischer.
Aos sábados das 18:30 as 19:00hs, reapresentação nas segundas 15:30 as 16:00hs, e nas madrugadas de domingos e terças na TV da Cidade Joinville - www.tvdacidade.com.br

13 de agosto de 2013

QUANDO ISSO ACONTECER O POVO MARCHARÁ PARA BRASILIA - VAI SER UM QUEBRA QUEBRA GERAL

JOAQUIM BARBOSA PODE RENUNCIAR
de Carlos Chagas

Serão desastrosas as conseqüências,se os mensaleiros conseguirem convencer a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal a iniciar o segundo tempo do julgamento do maior escândalo político nacional,dando o dito pelo não dito e o julgado por não julgado,na apreciação dos embargos apresentados até quinta-feira.
Primeiro porque será a desmoralização do Poder Judiciário,tendo em vista que os réus já foram condenados em última instância,em seguida a exaustivas investigações e amplas condições de defesa.
Depois,porque como reação a tamanha violência jurídica,Joaquim Barbosa poderá renunciar não apenas à presidência do Supremo,mas ao próprio exercício da função de ministro.
Esse rumor tomou conta de Brasília, ontem,na esteira de uma viagem que o magistrado faz a Costa Rica,de onde retornará amanhã.Se verdadeiro ou especulativo,saberemos na próxima semana,mas a verdade é que Joaquim Barbosa não parece capaz de aceitar humilhações sem reagir.Depois de anos de trabalho como relator do processo,enfrentando até colegas de tribunal,conseguiu fazer prevalecer a Justiça,nesse emblemático caso em condições de desmentir o mote de que no Brasil só os ladrões de galinha vão para a cadeia.Assistir de braços cruzados a negação de todo o esforço que ia redimindo as instituições democráticas,de jeito nenhum.
Em termos jurídicos,seria a falência da Justiça,como, aliás,todo mundo pensava antes da instauração do processo do mensalão.Em termos políticos,pior ainda:será a demonstração de que o PT pode tudo,a um passo de tornar-se partido único num regime onde prevalecem interesses de grupos encastelados no poder.Afinal,a condenação de companheiros de alto quilate,por corrupção,ia revelando as entranhas da legenda que um dia dispôs-se a recuperar o país,mas cedeu às imposições do fisiologismo.
Teria a mais alta corte nacional mecanismos para impedir esse vexame? Rejeitar liminarmente os embargos não dá,mas apreciá-los em conjunto pela simples reafirmação de sentenças exaustivamente exaradas,quem sabe? Declaratórios ou infringentes,os recursos compõem a conspiração dos derrotados.

Aterrando mangues e destruindo o futuro

Aterrando mangues e destruindo o futuro - 07/08/13

Com o novo Código Florestal brasileiro, Lei 12.651 de cinco de maio de 2012, vitória de ruralistas e derrota dos ambientalistas, tudo fica mais fácil para se usar as áreas de preservação permanente definidas pela Lei, que abre muitas brechas, inclusive para os mangues e áreas de restingas. Antes do advento da lei, ora em vigor, duvido que as autoridades constituídas do Rio de Janeiro teriam permitido aterrar o Campo da Fé em área reconhecida como de “preservação permanente em toda sua extensão”. Porém com tantas excepcionalidades para o “interesse social” e para a “utilidade pública” parece que tudo se consegue.

A providência divina ou as forças da natureza agiram e tudo se tornou como seria de esperar, uma área alagada e barrenta. Quanto dinheiro jogado fora e quanta vida marinha perdida já que o mangue é o berço de muitas espécies vivas entre mamíferos, aves, peixes, moluscos e crustáceos, indispensáveis para as populações costeiras que dele extraem seus alimentos. Os mangues são responsáveis ainda pela produtividade primária das zonas costeiras. Produzem expressiva quantidade do alimento que o homem pesca. Além do mais são filtros para os sedimentos que se encaminham para o mar e bancos genéticos indispensáveis para reflorestamento, que evitam ou minimizam a presença de metais pesados em áreas similares.

Embora o assunto no Campo da Fé tenha chamado a atenção e agora as autoridades responsáveis comecem a se pronunciar, resulta evidente, no Brasil, que nem é mais preciso se esconder para aterrar mangues ou outras áreas de preservação permanente. Tudo é executado na frente de todos. Não há mais medo. Aterra-se e pronto. 

Destruição em Floripa
"Bairros inteiros se levantaram sobre mangue, como no caso de Daniela, mesma situação de enormes shoppings e hotéis. Estes fatos deram lugar a escândalos, é verdade, entretanto não impediram a sua construção nem seu funcionamento."
Vivo em Florianópolis, cidade que é considerada a melhor capital para se viver no nosso país, que está em região de produção de ostras, com 95% da produção brasileira, com criações de vieiras, mexilhões e outras, onde as baleias francas veem parir e amamentar seus filhotes, onde existe a pesca de milhares de toneladas de tainha e de anchova anualmente. Isso acontece não obstante o fato de que grande parte da expansão urbana das quatro ou cinco últimas décadas tenha sido feita principalmente sobre os manguezais ou sobre restingas e dunas. Bairros inteiros se levantaram sobre mangue, como no caso de Daniela, mesma situação de enormes shoppings e hotéis. Estes fatos deram lugar a escândalos, é verdade, entretanto não impediram a sua construção nem seu funcionamento. E tudo continua igual. Por exemplo, agora, na sombra de um shopping se está terminando de saturar o pouco de mangue que restou nos lados da rodovia 401. No final, desparecerão os cinco grandes manguezais da Ilha de Santa Catarina: Ratones, Saco Grande, Itacorubi, Rio Tavares e Tapera, que já estão reduzidos à sua mínima expressão. E com eles, muito da riqueza do litoral da ilha. 

Para salvar alguma coisa dos mangues, os pescadores e os cientistas conseguiram, com grande dificuldade, estabelecer algumas reservas, como a Estação Ecológica dos Carijós e a Reserva Extrativista Pirajubaé. Vã Ilusão. Ambas estão sendo corroídas pelas bordas por invasores e impactadas pela contaminação. Pior ainda, o próprio governo participa da destruição com a sempiterna desculpa da utilidade pública.

Esse caso atual ocorre na Reserva Extrativista Marinha de Pirajubaé, onde se está fazendo uma ampla duplicação da estrada que leva até o aeroporto Hercílio Luz. E, aproveitando da ocasião, também se está construindo, em área de mangue, escolas e creches, prometidas por políticos certamente. Ninguém se opõe a melhores estradas e infraestrutura de educação. Porém, tinha-se que destruir manguezais e áreas verdes para isso? A estrada cruza aonde há um grupo organizado de pescadores, os mesmos que conseguiram estabelecer a Reserva, e extraem os berbigões tão típicos de Santa Catarina. As fotos tiradas agora para esta coluna provam o que aqui se diz. 
Clique nas imagens para ampliá-las e ler as legendas

E depois como vão ser as inundações? Como manter o fluxo das águas tão vital para o mangue? Quem vai pagar pelas sequelas? Porque ostreicultores e demais pescadores não protestam? Eles serão os primeiros a sentirem os prejuízos. Não importa, pois isto é o futuro e o que interessa é o agora. Ninguém pensa nas sequelas ou dimensiona os prejuízos sociais e ambientais. Já estamos conseguindo praticamente acabar com todos os mangues e restingas do Brasil, que naturalmente ocorriam do Amapá até Santa Catarina.

Outra vez digo: ninguém parece prestar atenção ou se importar. O que aconteceu com o Campo da Fé foi um bendito exemplo das consequências de se ir além da lei e das regras da natureza. Chamou a atenção pela irresponsabilidade e desmandos de autoridades. Quem sabe foi algo para se chamar atenção com relação à desenfreada destruição dos mangues? Quem sabe se esse incidente evitará outros desastres?

* Artigo editado em 08/08/2013 às 17h00.

9 de agosto de 2013

In Memoriam - Modais no Transporte de Passageiros - Ecologia em Ação - 02/08/2012

Tema: In Memoriam - Modais no Transporte de Passageiros
Convidado: Engº Fernando Camacho

TV da Cidade

Programa Ecologia em Ação - produção e apresentação Gert Rolland Fischer.
Aos sábados das 18:30 as 19:00hs, reapresentação nas segundas 15:30 as 16:00hs, e nas madrugadas de domingos e terças na TV da Cidade Joinville - www.tvdacidade.com.br

3 de agosto de 2013

TREMBUSS realidade ou ficção?

PROJETO TREMBUSS
Gert Roland Fischer (*)

            Como de costume, a minha viagem da semana, feita profissionalmente era Palhoça na Grande Florianópolis. Sai de casa de carro e me dirigi a Rodovia Mario Covas e estacionei na área subterrânea da estação trembuss da  Nova Brasília em Joinville. Caminhei por corredores bem iluminados e climatizados até a plataforma de embarques e desembarques do terminal. Esta estação, tem acessos vindos da BR 101 permitindo o encostamento dos ônibus em diversas plataformas. Os grandes ônibus articulados  vem do Paraná, São Paulo e outras regiões brasileiras quando utilizam a via em direção Sul.
            Eu havia comprado virtualmente a passagem com poltrona marcada, dois dias antes. Algumas linhas iniciam e terminam nessa estação. Outros, a maioria, recebem ônibus de toda ordem de companhias durante 24 horas. Painéis eletrônicos informam chegadas e saídas nas plataformas de embarque e desembarque.  O moderno terminal oferece conexões com taxis, Vans e  ônibus urbanos para translados alternativos. Há também uma agencia locadora de carros e motos. Restaurantes, confeitarias, bares, bistrôs barbearias, manicures e lojas de utilidades e presentes completam o complexo do terminal que também oferece salas Vip para teleconferências, para reuniões com o conforto que exige cada situação.
            Me dirigi para a plataforma de chegada do meu ônibus. Chegou pontualmente. Só eu embarquei. Ninguém desembarcou. Fechou a porta e deixou a plataforma e rapidamente entrou na rodovia. A linha que escolhi é de um trembuss interestadual, com uma na estação trenrodoviaria em São José-Florianopolis onde desembarquei. Em plataforma próxima, tomei outro ônibus com destino a Palhoça.
            O trembuss com três vagões rodoviários articulados se desloca em pista comum na velocidade média de 100 km/horários. Gigantescos com dois pisos com poltronas executivas e também leitos. Dispõe de compartimento para bicicletas, pequenas motocicletas, pranchas de surf, e bagagens dos passageiros.
            Trata-se de sistema inovador para o transporte de passageiros muito rápido, descomplicado, inteligentes ao contrario do velho método de “sair dos trilhos” para entrar nas cidades para alcançar perigosamente as estações rodoviárias antigas, velhas, desestruturadas, sem conforto e segurança.
            Ao chegar na Palhoça, tomei um taxi e me dirigi em poucos minutos ao meu destino. Passei o dia em atividades profissionais e a noite, voltei ao terminal trem rodoviário de São José/Florianópolis. Comprei a passagem em terminal computadorizado que me possibilitava embarcar em qualquer ônibus que se dirigisse a Joinville. Em 7 minutos tomei o primeiro trembuss que chegou a plataforma com parada na estação Nova Brasília em Joinville. Peguei um túnel sob a rodovia, que me levou ao estacionamento onde estava o meu carro. Paguei o estacionamento e fui para casa.
            Durante a viagem  coloquei em dia projetos e trabalhos pendentes. Li e enviei inúmeras mensagens eletrônicas e falei com clientes no tempo em que durou a viagem. Cheguei em casa relativamente desestressado. O dia foi totalmente bem utilizado profissionalmente.
            O projeto do TREMBUSS apresentei no Workshop da mobilidade em Joinville na ACIJ, promoção da FIESC no dia 31.08.13.
           
(*) Eng° Gert Roland Fischer

Profissional da gestão ambiental  (47) 99858647

1 de agosto de 2013

Overcraft, Trembus e Ferrovia de Passageiros - 03/08/2013

Tema: Lixos espalhados, e terreno da BMW

TV da Cidade

Programa Ecologia em Ação - produção e apresentação Gert Rolland Fischer.
Aos sábados das 18:30 as 19:00hs, reapresentação nas segundas 15:30 as 16:00hs, e nas madrugadas de domingos e terças na TV da Cidade Joinville - www.tvdacidade.com.br

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