16 de novembro de 2012

Hoje o Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos em valores absolutos do mundo.


Informativo SEAGRO 

Florianópolis, 16 de novembro de 2012


“Há informações suficientes para afirmar que o uso de agrotóxicos é realizado de forma adequada”, diz diretor de pesquisa da Epagri  - Luiz Antonio Palladini

Na semana passada, o engenheiro agrônomo Luiz Antonio Palladini, diretor de pesquisa da Epagri, esteve em Joaçaba para participar do curso de Tecnologia de Aplicação de Agrotóxicos. 

O evento foi uma promoção do Seagro/SC em parceria com a Aeajo, Aeasc, Crea-SC e Epagri. Na ocasião, Palladini abordou o tema “uso correto dos agrotóxicos” – tema da entrevista a seguir.

Quais são as suas recomendações para os engenheiros agrônomos sobre o uso correto de agrotóxicos?

Os engenheiros agrônomos devem receitar somente produtos registrados para a cultura objeto do uso, indicar a aplicação somente quando necessário e na dosagem recomendada. Para isto ele deve ter conhecimento da área, ter dados de levantamento de ataques de pragas, doenças, para poder fazer a recomendação correta e necessária (1).

Como o senhor avalia atualmente a aplicação de agrotóxicos pelos usuários?

Há informações suficientes e disponíveis para permitir que o uso seja realizado de forma adequada. Porém, a tecnologia de aplicação de agrotóxicos ainda deixa a desejar. Frequentemente nos deparamos com equipamentos sem condições de uso. Outra constatação é o uso em condições meteorológicas inadequadas, principalmente aplicando com temperatura elevada e vento em excesso.(2)

O uso de agrotóxicos no Brasil vem aumentando bastante. Qual o impacto disto para o consumidor?

Hoje o Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos em valores absolutos do mundo

Isto se deve pelo recorde que estamos batendo ano após ano de produção agrícola. No entanto, não podemos afirmar que cada brasileiro consome toda essa grande quantidade, pois os agrotóxicos aplicados no campo não ficam concentrados nas frutas, grãos ou nas partes que serão consumidas (3)

Eles são aplicados na superfície do solo, em caules, folhas, e outros alvos (4) . Mas também devemos levar em conta que os agrotóxicos sofrem degradações. E, se respeitado o período de carência dos produtos, que é definido como o período em número de dias entre a última aplicação e a colheita, os níveis de resíduos são reduzidos para dentro da dose diária aceitável (5) e registrada nos ministérios da Saúde, da Agricultura e no Ibama.

COMENTARIO DO ENG. AGR. GERT ROLAND FISCHER - PROFISSIONAL QUE DEFENDE A PRODUÇÃO DA ALIMENTOS SEM VENENOS. 

As meias verdades do Palladini:

(1)  Em Santa Catarina até os técnicos agrícolas  tecnólogos rurais, entre outros, podem receitar sem que tenham em seus currículos escolares noções de química orgânica ou agrícola  São meros receitadores de venenos que usam O RECEITUÁRIO AGRONÔMICO na mão direita e na mão esquerda, o bloco de pedidos de alguma casa agropecuária, para vender doses nem sempre éticas para os agricultores. Esses "técnicos" não tem as informações recomendadas pelo Palladini, mesmo por que não são disponibilizadas pela EPAGRI e outros centros de pesquisas. 

(2) O problema não são os equipamentos que estão desregulados, ou as condições metereologicas de aplicação. Nada disso. O que temos e que o poder publico de controle de qualidade não conta, é que o CREA-SC não fiscaliza nada. Só cobra taxas de emissão de ART - Anotações de responsabilidade Técnica e receituário,verdadeira  industria de arrecadação tão somente. Nunca o CREA multou um aplicador de agrotóxicos em SC. Talvez tenha multado por que o miserável e doente aplicador não apresentou um responsável técnico que pagasse a ART.

O receituário agronômico é outra enganação. Não se concebe que um receituário agronômico só tenha em seus  espaços para registrar quantas toneladas de agrotóxicos  adubos químicos  serão aplicados sobre a cultura que tem "registro" no Ministério da Agricultura para aquela marca ou produto perigosíssimo para a vida. 
Esse papeluxo não tem espaço para que o eng. agrônomo orgânico ou alternativo possa recomendar ao agricultor,  métodos alternativos aos agrotóxicos e quais os produtos naturais poderá o agricultor aplicar nas culturas.
Vejam só, a sacanagem.
As empresas multinacionais controlam tudo através de profissionais do serviço publico macumunados e assim aumentam os volumes das aplicações causando males gravíssimos em todas as classes sociais  da cidadania brasileira.  
(3) - O recorde mundial batido pelo agronegócio brasileiro vem da aplicação sem qualquer controle técnico,  realizado por pilotos de aviões agrícolas sem acompanhamento de um responsável técnico a campo na ausência cronica  dos fiscais dos CREAs estaduais. No momento da formulação dos coquetéis molotov de agrotóxicos  vale tudo, principalmente agrotóxicos fabricados na China e contrabandeados pelo Paraguay com preços reduzidos por que são proibidos no Brasil devido a criminosa composição química que encerram matando toda e qualquer especie de vida onde caem.
(4) - Sim eles são despejados de aviões às toneladas, sem qualquer controle do CREA, e vão cair na cabeça das crianças nas escolas rurais, nas agrovilas, nas movimentadas rodovias asfaltadas, nos rios, nos açudes, nos banhados, no Pantanal, nas APP, nas PPRNs e nas reservas indigenas. Essa omissão é criminosa. Trata-se de um caso tipico de falsidade ideológica. 
(5) - O poder das multinacionais dos agrotóxicos e dos transgênicos  é tão forte, que lhes foi permitido criar uma figura totalmente equivocada batizada criminosamente de DOSE DIÁRIA PERMISSÍVEL DE INGESTÃO DE AGROTÓXICOS  Esse feito foi conquistado pela industria química sem pátria, num organismo que a principio deveria proteger a humanidade e que se chama CODEX ALIMENTARIUS. Trata-se de um apendice espúrio da FAO - Food and Agriculture Organization que trata de aumentar - sempre - a pedido das multinacionais dos pesticidas - através de um Lobby regiamente pago, os  "ÍNDICES" permissíveis de venenos nos alimentos. Anote que o  PALLADINI definiu como para dentro da dose diária aceitável e registrada nos ministérios da Saúde, da Agricultura e no Ibama.

Portanto meias verdades são mais perigosas que mentiras. 

Cabe a cada pessoa que se alimenta, decidir de que forma deseja se intoxicar. 
Trata-se do livre arbítrio. 

As multinacionais dos venenos também estão nos negócios bilionários das FUNERÁRIAS em todas as nações do planeta Terra. 



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