31 de agosto de 2012

COMO VC INTERPRETA AS NOTICIAS?


O Governo do Estado de SC anda muito generoso. O Conselho de Desenvolvimento regional então deve ter sede em Curitiba no Pr. Investir dinheiro do contribuinte de SC num prédio particular ? As benfeitorias serão do Estado de SC? As benfeitorias ficarão para o proprietário do Imóvel privado? Acredito que o Conselho de Desenvolvimento regional deva explicações para os contribuintes. 
Talvez os 7 milhões de reais representem o total de bolsas de estudos que serão concedidas aos contribuintes de SC, principalmente da região.
POR OUTRO LADO A UNIVILLE TEM MILHÕES A RECEBER DA PREFEITURA DE JOINVILLE. Não é privada. Qual é a deste Conselho ? Matar a UNIVILLE e fortalecer uma universidade do PR.?


Será que os $evangelicos$ tambem não vão querer essas benesses tambem? 


Será que os vereadores de Joinville estão em campanha eleitoral?
As propostas de adiar a implantação da gestão das sacolas de plasticos nos grandes supermercados tem um ranço de ajuda para campanhas. Será? A justiça eleitoral deve saber melhor. 
Será que é tão dificil fazer a reciclagem? O gerador de residuos é responsavel pela destinação correta dos mesmo. É isso que os vereadores desejam ? Que continuemos a jogar plasticos nos rios, baia da babitonga e no mar ? Não chega o que a midia tem mostrado de animais que morrem com as tripas e estomagos cheiros de plastico?
O programa sugere aos vereadores de Joinville que levem sacolas plasticas para as suas mulheres, triturá-las bem, acondimentar e preparar o famoso virado de plastico multicolorido. Pronto o virado de plastico devera ser servido em pratos fundos para as crianças dos vereadores - filhos, netos e bisnetos. Assim alternam um pouco os hamburgers, as batatas fritas engorduradas, as picanhas, os cupins, o sal, as bolachas e muito mais.  
Será que vão topar?
Pimenta no () dos outros não arde. Né Vereadores ?
Vem pedir voto, vem..........................
                                                                                                      


30 de agosto de 2012

Licenciamento Ambiental - Ecologia em Ação - 30/08/2012

Tema: Problemas e Soluções no processo de licenciamento ambiental FUNDEMA
Convidada: Maria Raquel de Matos

TV da Cidade

Programa Ecologia em Ação - produção e apresentação Gert Rolland Fischer.
Aos sábados das 18:30 as 19:00hs, reapresentação nas segundas 15:30 as 16:00hs, e nas madrugadas de domingos e terças na TV da Cidade Joinville - www.tvdacidade.com.br

28 de agosto de 2012

5 mil municipios brasileiros ainda não atenderam a lei federal 12.305 - código nacional de resíduos solidos.

http://globotv.globo.com/rede-globo/rjtv-1a-edicao/t/edicoes/v/fechamento-do-aterro-de-jardim-gramacho-traz-problemas-para-a-populacao-da-baixada/2110700/

Mãe e uma irmã morando dentro da área do JBRJ


Dener Giovanini


27.agosto.2012 17:01:17

Um barril de pólvora no Jardim Botânico do RJ

Em suas origens, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ) surgiu onde funcionava uma antiga fábrica de pólvora. Em 1808, passada a ameaça napoleônica sobre a família real, D. João VI decidiu criar o Horto Real, no espaço onde funcionava a fábrica. Após 200 anos e tendo se transformado numa das maiores e mais importantes coleções botânicas do mundo, o JBRJ ainda exala cheiro de pólvora. E dessa vez, o pavio e o fósforo estão nas mãos do Ministério do Meio Ambiente.
Após uma profícua e elogiada gestão a frente do JBRJ, o presidente da instituição, Liszt Vieira, parece ter sucumbido diante do corpo mole da burocracia estatal em resolver de vez a questão fundiária do parque. Liszt, desde a sua posse em 2003, luta para retirar da área do JBRJ cerca de 600 moradias particulares. A presença dessas famílias, segundo a direção da instituição, impede a expansão das áreas destinadas tanto a pesquisa quanto a visitação pública.
Entre os opositores de Liszt Vieira está o deputado federal do PT e ex-ministro da Igualdade Racial do governo Lula, Edson Santos. Ele, que tem a mãe e uma irmã morando dentro da área do JBRJ, diz que a permanência dos moradores no local é um direito adquirido.
A decisão final sobre a questão caberá a Justiça, onde a batalha está sendo travada. A ministra Izabella Teixeira vai decidir nos próximos dias se aceitará a demissão de Liszt Vieira, que foi motivada pela briga fundiária. Se Liszt sair e as famílias lá permanecerem, será um triste capítulo da nossa história ambiental. Mais uma vez, o governo priorizará o “social” em detrimento ao ambiental.
Não acenda o pavio ministra Izabella. O Rio de Janeiro não merece isso. Nenhum brasileiro merece!

27 de agosto de 2012

VOLTANDO PARA AS SEMENTES NATIVAS MELHORADAS.

CAMPANHA PARA O SENADO - 1984 - PDT


A minha campanha se baseou na inclusão social dos pequenos catadores e carrinheiros. Mais de 300 rondavam a cidade como zumbis. Eram explorados por intermediários. Mais de 200 placas confeccionadas com recursos de candidato foram destruídas pelo SEINFRA - Governo de Wittich Freitag.
Meses antes, visitando o LIXÃO da Prefeitura, filmando com sofisticado equipamento JVC importado, centenas de crianças, mulheres, homens e idosos que garimpavam o lixão a cata de comida, fui surpreendido por um tratorista de trator de esteiras da prefeitura, que com um pau, quebrou a câmera de Video. Dirigindo-me ao Gabinete do empresário da Consul, W. Freitag, pedi indenização, quando o mesmo me colocou a correr dizendo que eu não tinha nada a fazer no Lixão. Esses são os empresários que elegemos. Figuras da antiga GESTAPO.

25 de agosto de 2012

AÇÃO POPULAR - SORVETERIA OPERANDO EM PRAÇA EM JOINVILLE











Dados para Pesquisa

Comarca:
Pesquisar por:
Número do Processo:

Dados do Processo

Processo:
038.09.012108-0 (0012108-89.2009.8.24.0038)
Classe:
Ação Popular
Área: Cível
Assunto:
Domínio Público
Local Físico:
14/05/2012 00:00 - Cartório - Ag. confecção de relação - 181
Distribuição:
Direcionamento - 19/01/2012 às 01:07
2 Vara da Fazenda Pública - Joinville
Exibindo Somente as principais partes.  
Partes do Processo

Réu: Municipio de Joinville
Advogado(a): Felipe Cidral Sestrem
Autor: Gert Roland Fischer
Advogado(a): Sergio Luiz Dall'Acqua

Exibindo 5 últimas.  
Movimentações
Data Movimento
14/05/2012 Aguardando confecção relação intimação advogado
14/05/2012 Recebimento
07/05/2012 Decisão interlocutória
Vistos etc. Cumpra-se o item '2' da decisão de fl. 50. Joinville, 7 de maio de 2012 ROBERTO LEPPER Juiz de Direito da 2 Vara da Fazenda Pública
07/05/2012 Concluso para despacho
04/05/2012 Aguardando envio para o Juiz
Incidentes, ações incidentais, recursos e execuções de sentenças
Não há incidentes, ações incidentais, recursos ou execuções de sentenças vinculados a este processo.

Petições diversas

Data Tipo

07/04/2009 Outros
Adv Sergio L. D. Acqua com doc protocolo N336205
15/04/2009 Apresentação de documentos
Adv Sergio L. D. Acqua com doc Protocolo N341175
02/09/2011 Outros
Procuradora Hercilia A. G. Reberti.Com Doc.Prot 3721
26/09/2011 Contestação
Adv Paulo Soares.Com Doc.Prot 37582
28/03/2012 Outros
Procurador do Municipio Felipe Cidral Sestrem - s/doc - protoc.nr. 072017
10/04/2012 Apresentação de documentos
Procurador (a) do Municipio Felipe Cidral Sestrem - c/doc - protoc. nr. 030014
Audiências
Não há Audiências futuras vinculadas a este processo.


POR ORDEM DAS MULTIS DOS AGROTÓXICOS E SEMENTES PATENTEADAS OS AGRICULTORES FAMILIARES E NAÇÕES INDIGENAS, ESTARÃO PROIBIDAS DE UTILIZAR AS PROPRIAS SEMENTES PARA PLANTIOS FUTUROS.


SOS SOS SOS SOS SOS 


Muito dinheiro esta sendo drenado para nossos deputados federais por multinacionais dos agroquímicos e pelas empresas da engenharia genética setores vitais e que pertencem aos mesmos grupos globais para aprovar a lei que proibe do agricultor e os indios brasileiros de guardar as sementes para os proximos plantios.

Essas sementes nativas sempre foram selecionadas por centenas de anos e que se adaptam às condições climaticas de cada região de plantio impedindo a erosão genética. 
São sementes que não pedem agroquimicos. 


Essas sementes nativas buscam o alimento no solo local sem perder a produtividade. São sementes que libertam o nosso produtor de alimentos destinados a alimentar a menores custos o povo brasileiro. 

São sementes que não escravizam os nossos indios e agricultores familiares. 


Ao contrario, os empreendedores do agronegócio de grande impacto ambiental que moram em Brasilia e são deputados, esta ha 5 decadas sob controle das multinacionais sementeiras, das corporações dos adubos e pesticidas. 



O agronegócio brasileiro da exportação de cereais, é o maior consumidor de pesticidas do mundo. Compram e importam mais de 7 bilhões de dolares ao ano. São venenos que o agronegocio joga sobre a AMAZONIA destruída, sobre o PANTANAL intoxicado, sobre o CERRADO contaminando o aquifero Guarani e sobre as terras deflorestadas da MATA ATLANTICA. 


Essa escravização é promovida pelo legislativo federal, lubrificado como sempre para atender interesses particulares com gordas verbas criminosas nos paraísos fiscais. 

Tudo protegido pelo legislativo brasileiro que é subornado e corrompido para atender aos interesses dos estrangeiros no Brasil.


Querem essas multinacionais que todos comprem as sementes engenheiradas que produzem e que pedem agrotóxicos e adubos químicos que elas mesmas produzem vendem. Vendas cruzadas o pior-do-pior que poderia acontecer para à humanidade. 

Agora os nossos deputados eleitos pelo povo brasileiro estão votando a favor desse perverso capital que nos escraviza.

O agronegócio - esse bando que esta contra os ambientalistas na aprovação do código florestal e ambiental brasileiro é o mais importante parceiro dessas multinacionais - e como escravos - produzem soja, milho, algodão, etc., geneticamente alterados para servir aos interesses dos estrangeiros 

As patentes são aprovadas por governos corruptos que prejudicam irremediavelmente a diversidade genética e transforma seus povos em submissos escravos sem direito a liberdade de expressão. 

Eng. agr. Gert Roland Fischer - CREA-SC 001288-4
InfoPAN - 1982-1997
Um projeto de sucesso coordenado pela APREMA-SC 

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O artigo 

Sementes próprias...crime?

Tramita no Congresso Nacional o Projeto de Lei n. 2325/07, de autoria da Deputada Federal Rose de Freitas (PMDB-ES), com objetivo de Proibir e Criminalizar, a prática milenar dos Agricultores reservarem parte das suas colheitas, para plantio como sementes na safra seguinte. 

Já obteve votação favorável em duas Comissões e se encaminha para transformação em Lei.

Voltando no tempo, o homem deixou de ser nômade quando começou guardar sementes para replantio. A seleção das melhores variedades, os cuidados que as gerações de Agricultores tiveram na obtenção das melhores e mais produtivas sementes, possibilitaram à atividade contemporânea produções jamais pensadas. 

Esse rico legado pertence à humanidade.

Parece que não mais. Antes de 1997 não havia legislação nacional que permitia cobrança de propriedade intelectual às obtenções vegetais. Com pressão externa promovida por Multinacionais e seus respectivos Governos, o Brasil foi compelido a elaborar norma legal para permitir tal ocorrência, sob o argumento de que, assim, seria estimulada a pesquisa, o aumento de produção e redução de custos.
Naquela época a resistência do setor primário foi firme, mas acalmada com a garantia do direito do agricultor, de após comprar as sementes, poder reservar parte para plantio na safra subsequente.

Agora o golpe derradeiro: 

pretendem surrupiar esse direito universal e transformá-lo em crime. 

Novamente sob o artifício de que isso é necessário para estimular a pesquisa. Leia-se, garantir mercado à força, escravizar os Agricultores com o aumento do custo de produção, sem nenhum compromisso com a qualidade do produto. Sim, a demanda forçada e obrigatória, garante a venda de qualquer semente, frente a necessidade de compra anual.

Vamos produzir menos, de forma mais cara, para que meia dúzia de empresas fiquem bilionárias e, muitos Deputados, mais felizes!

As empresas sementeiras que têm compromisso com qualidade, que se preocupam com seus clientes, serão também prejudicadas. Terão de competir com qualquer uma que irá se instalar frente a demanda multiplicada, sempre sob a ameaça das fornecedoras de genética, se não aumentarem seus ganhos, credenciarão a concorrência.
De outro lado, os brasileiros somente comerão aquilo que as transacionais desejarem, que lhes for conveniente.

Para o Congresso Brasileiro, segurança alimentar, respeito aos agricultores, maior produção com menos custo e liberdade de escolha, não interessa. 

Pelo menos até agora. O Projeto de Lei 2325/07, segue sorrateiro, em passos largos. Vamos aumentar custos, diminuir produção, majorar a cesta básica, e claro, criar um grande número de criminosos. Aqueles que terão de fazer sementes próprias para plantar, para sobreviver.

Por fim, uma advertência: não incomodem nossos honrados e ocupados Deputados com esse assunto sem importância! Eles têm tanto a fazer. Quais deles de fato se posicionaram contra, ou vão rever suas posições? 

 Veremos, acompanhem.

Esse assunto será tema do debate a ser articulado na EXPOINTER, às 14 horas do dia 30.08.12, nas dependências da FEDERACIT, dentre outros, pelo Pós-Doutor em Engenharia Genética, Edson Iorczeski e demais interessados. 

Participem.

24 de agosto de 2012

INCITANDO E ENCORAJANDO A INVASÃO DE MAGUEZAIS

Acabei de assistir no programa oficial eleitoral desta noite de sexta feira 24 de Agosto,  as montagens feitas pelo marqueteiro do candidato que invadiu pessoalmente extensas áreas de mangues para doa-las aos clientes eleitores. Foi na década de 90. Os entrevistados contaram da coragem desse funcionário do Município, em adentrar nos manguezais e mostrar onde poderiam ser invadidos. Mostrou como os tratores da prefeitura, traziam o barro dos morros de Preservação Permanente para as aras invadidas  batizadas enganosamente de URBANIZAÇÃO.
Agora novamente esse mesmo candidato, volta a incitar os clientes atendidos na década de 90 - mais de 10.000 - que receberam  lotes roubados da coletividade em área de preservação permanente. Privatizadas e urbanizados foram distribuídos. Ganhar eleição com a distribuição de áreas de preservação permanente é crime hediondo.
Novo embate eleitoral. O marqueteiro do candidato relembra os tempos em que crimes ambientais eram encobertos e apela, mais uma vez  para garantir os mesmos votos acrescidos de votos dos filhos e noras daqueles clientes.
Essa incitação deveria ser analisada pela Justiça eleitoral pois trata-se de crime ambiental enquadrado na Lei 9.605/2008. Os lotes da década de 90 do seculo passado, são vendidos hoje por mais de R$ 150.000,00 cada . Conheço um desses invasores profissionais que vendeu dez lotes e faturou mais de Um milhão de reais.

Essas áreas invadidas eram produtoras de vida e de comida. Agora pertencem a pessoas que de forma desonesta as invadiram. Essa historia é conhecida pela intelectualidade votante atual.

É incrível a audácia e a arrogância desse forasteiro que coloca dentro de nossas casas uma propaganda eleitoral tão enganosa. O horário eleitoral é cedido pelos contribuintes. O Far West continua como se estivéssemos em terras de ninguém.
A justiça eleitoral com a palavra e o veredito.


23 de agosto de 2012

Um excelente projeto de candidato a prefeito


(*) Gert Roland Fischer

Li no plano XV que o candidato promete um banco de projetos enchendo as prateleiras da intelectualidade do município, para apresentar - o tempo todo, ao Governante do Estado e aos ministros do Governo federal,  e liberar recursos para executá-los.
Que proposta sensacional. É a primeira vez que tomo conhecimento de algo tão importante.
Há muitos anos assisto romarias de prefeitos viajando com seus séquitos perdulários para Brasília,  fazendo romarias aos ministérios garimpando recursos. Esses prefeitos - conhecidos como pedintes de chapéu nas mãos, jamais traziam certezas. Traziam sim - esperanças de receber sem data certa, alguns trocados como esmolas. Sempre foi assim.
Na prefeitura de Joinville a fabrica de projetos está escondida no IPPUJ. Oferece ao contribuinte uma produção insignificante, medíocre e ridícula. O expediente reduzido e gazeteado por muitos, causa baixa produtividade de duvidosa qualidade. A outra metade é utilizada para “bicos” quando se produzem projetos em regime particular. Os baixos custos e a péssima qualidade desses projetos arrasam e desestimulam o setor. Muitas inteligências emigram.  
Para lotar as prateleiras de projetos, serão convocados micro empresários, consultorias especializadas para o mutirão. Manuais de procedimentos obtidos a custo zero da municipalidade, oferecerão aos profissionais o detalhamento necessário. Os projetos com contratos de risco, ao serem aprovados serão pagos imediatamente e não correrão o risco de subtrações monetárias intempestivas para “garantir” os pagamentos.
Não acontecerá mais que uma mesma consultoria produzirá todos os projetos. Não se praticará preços previamente combinados. A transparência desejada pelo contribuinte não permitirá mais a  prática da transversalidade criminosa com a distribuição de benefícios para o bando.  
A produção intelectual terá garantias dos direitos autorais.  A inteligência local será largamente prestigiada. O moral abalado será substituído pelo otimismo, pelo empreendedorismo sadio. Os projetos vencedores serão apresentados em audiências publicas pelos autores.
As  associações de engenheiros, biólogos, juristas, economistas, administradores, topógrafos, analistas, estatísticos, revisores, etc. etc. – todos -  serão beneficiados com esses ventos da legalidade. O setor  voltará a sorrir.  Uma nova injeção de animo afastará as nuvens negras que pousam ainda sobre muitas instituições que manipulam oficialmente projetos com a farta distribuição de dividendos.  As notícias desses novos tempos de moralidade administrativa voarão pelo campus semeando o entusiasmo e esperanças de sucessos. Uma onda vigorosa restabelecerá a vontade de estudar. Enfrentar concorrências sadias, sem falcatruas e sem corrupção, será  o alento de oportunidades para todos. Os mais competentes serão reconhecidos e valorizados.
Considerando somente esse item do programa desse candidato, pode-se imaginá-lo no pódio para receber a medalha de ouro.
(*) Produtor do programa Ecologia em Ação 

Eleições Municipais 2012 - Ecologia em Ação 22/08/2012

Tema: Eleições Municipais 2012

TV da Cidade

Programa Ecologia em Ação - produção e apresentação Gert Rolland Fischer.
Aos sábados das 18:30 as 19:00hs, reapresentação nas segundas 15:30 as 16:00hs, e nas madrugadas de domingos e terças na TV da Cidade Joinville - www.tvdacidade.com.br

Inexperiência da Valec pode gerar perda em ferrovias

Noticiário cotidiano - Portos e Logística
Qui, 23 de Agosto de 2012 08:18

O papel exigido da estatal Valec no novo modelo de concessão para o setor ferroviário está sendo apontado por especialistas e fontes do mercado como o maior risco do programa, que tem o potencial de gerar custos bilionários para o governo.

Pelo pacote, o governo cobrirá integralmente, por 30 anos, as despesas com a construção e a manutenção de 10 mil quilômetros de ferrovias, estimadas em R$ 91 bilhões, e ficará com o direito de revender toda a capacidade de transporte das vias.

Conforme a Folha informou, o governo trabalha com um risco de não vender até 40%, gerando um potencial deficit de até R$ 36 bilhões.

Mas o prejuízo pode ser maior, porque o mercado tem dúvidas sobre a capacidade da Valec de fazer negócios.

Conseguir clientes para a ferrovia demanda um esforço de comercialização que a Valec não tem e que dificilmente uma estatal poderá ter, avalia Peter Wanke, coordenador do Centro de Logística da Coppead/UFRJ.

Ele diz que os negócios exigem profissionais altamente qualificados, com altos salários e bônus pelas vendas.

Outro ponto contra é o histórico da estatal. Antiga subsidiária da Vale, a Valec passou a operar de forma independente na década de 1980, para construir a Norte-Sul.

A ferrovia tem um trecho ínfimo pronto, erguido sob seguidas denúncias de irregularidades. Outro projeto, a concessão de um trem-bala SP-RJ para um grupo italiano, apresentou problemas.

Para Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura e logística da Fundação Dom Cabral, o risco é que, se a venda não for adequada, o transporte por trilho continuará concentrado em clientes coam carga de alto volume e baixo valor (em geral, produtos agrícolas e minerais a granel).

Por enquanto, a Valec continua se preparando para ser uma grande construtora: faz concurso para contratar 206 engenheiros.

O presidente da Valec, José Castello Branco, diz que a empresa vai precisar de engenheiros para fiscalizar os projetos e as obras e certificar máquinas e maquinistas. Segundo ele, a Valec "não vai ficar atrás de uma escrivaninha esperando o cliente".

"Temos que apresentar soluções de mercado para vencer este desafio", afirmou.

Fonte: Folha de S.Paulo / Dimmi Amor
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