20 de maio de 2012

POR QUE CAEM OS TELHADOS

Quando Você é um candidato que ocupou cargo publico, a campanha eleitoral é custeada pelo contribuinte. O clientelismo que esse “candidato” praticou, é a moeda da troca eleitoral. Mas esse mesmo “candidato” não atendeu os interesses do contribuinte, atendeu premeditadamente os interesses particulares e do partido safado que o colocou no espaço. Nesses postos de poder, o candidato forma os currais de eleitores que receberam autorização para invadir áreas públicas, de preservação permanente, áreas de alto risco, áreas alagadiças e áreas de encosta. Portanto antes de você eleitor, escolher seu candidato, preste bastante atenção para que não fiquemos novamente sem hospitais, segurança, escolas, transportes..................... O que a lei não permite durante 3 anos de um mandato de executivo municipal , no ultimo ano - tudo é negociado e ardilosamente autorizado para beneficiar o candidato. Nessa motreta corrupta, os mangues são ocupados, áreas publicas reservadas nos loteamentos são liberados para os amigos do Rei. Construções são até permitidas em praças publicas e ocupadas pela iniciativa privada. As ocupações acima da cota 40 tambem são permitidas e a fiscalização toda entra em férias até passar a eleição. Os candidatos que não tem essas benesses propiciadas pelas maracutaias da maquina publica, tem gigantescas dificuldades para se eleger. Uma das explicações do sucesso da reeleição de tantos comissionados, ex-funcionários públicos, reside nesta organização criminosa permitida pela democracia. Para “buscar dinheiro de campanha”, os partidos se valem de outros mecanismos criminosos. Alguns desses “cofres recheados” se encontram nas concessionárias de serviços públicos. Para que essas concessionárias de serviços públicos “soltem o leite” sofrem as mais escabrosas ameaças e chantagens vindas de candidatos e de partidos políticos. As “licitações” com cartas marcadas e super-faturadas, tem sua pratica garantida pelo tripé: licitante, empreiteiro e participantes do bolo na distribuição dos recursos destinados as obras. Com o dinheiro curto, o sub-empreiteiro tem poucas possibilidades de realizar e mesmo completar a obra. Mesmo que realize uma parte, não receberá pelos serviços prestados. Quebrará e abandonará as obras. No caso da obra concluída sem todos os recursos de projeto, o que se verá em poucas semanas que pela baixa qualidade dos serviços, dos materiais, dos equipamentos, a edificação, a obra mostrará defeitos, quebras, desabamentos, etc. Há casos em que antes mesmo da inauguração, o telhado faz água inundando tudo. Em Joinville os telhados caem precocemente. Tá explicado? O esquema é tão perfeito, que nem o MINISTERIO PUBLICO e o JUDICIARIO tem condições de amealhar as provas desses crimes. A prova desse sistema criminoso pode ser visto em obras que nunca são concluídas como é o caso de parques públicos, hospitais, projetos de desvio de ferrovias, pavimentação, duplicação de rodovias, entre outros. A sociedade esta acordando para esses crimes impunes. O ministério público está muito ativo. Os tribunais de contas - à medida que vão aposentando ratazanas da política safada e substituídos por conselheiros eleitos pelos contribuintes, a situação tenderá a melhorar a fiscalização dos gastos dos dinheiros dos contribuintes. Um novo Brasil poderá surgir. Nessa nova época com ética e honestidade, teremos fartura de hospitais, estradas seguras, ferrovias modernas, cabotagem marítima litorânea, áreas de laser, segurança e qualidade de vida. Mas essa é uma tarefa que só o povo poderá realizar. Nenhum político o fará. A historia dos povos se repete. Se não houver ruptura, o povo será enganado, penará eternamente na mão dos safados, dos desonestos, dos espertos, dos criminosos e dos corruptos. 

 Gert Roland Fischer Cidadão brasileiro.

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