28 de abril de 2012

PROJETO PREVÊ REVITALIZAÇÃO DA RUA DAS PALMEIRAS


Apontada atualmente como principal símbolo paisagístico de Joinville, a Rua das Palmeiras é um importante espaço de memória e visitação do município, principalmente pela sua beleza cênica. Agora, este atrativo turístico possui um projeto para valorizar seu espaço de convivência – a idéia da revitalização é atrair investimentos para as áreas contíguas, reorganizando o local e estimulando sua visitação.
Além de possibilitar a circulação de pedestres por meio de decks de madeira na sua área central, o projeto prevê a readequação da iluminação existente ao longo da Rua das Palmeiras, a implantação de nova sinalização, e também um novo mobiliário urbano de acordo com normas e orientações de acessibilidade.
O projeto arquitetônico, bem como as melhorias estruturais previstas, foram feitos com base em estudos do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Joinville - IPPUJ, Secretaria de Infraestrutura do Município, com acompanhamento e apoio técnico da Fundação Turística de Joinville.
O projeto está em fase de captação de recursos. Augusto Kolling, presidente da Fundação Turística de Joinville, e Vanessa Falk, gerente de planejamento, estiveram em Brasília para buscar apoio do Governo Federal a projetos de desenvolvimento turístico de Joinville – dentre eles, o de revitalização da Rua das Palmeiras.


HistóriaTambém chamada de Alameda Brüstlein, a Rua das Palmeiras surgiu do intuito do engenheiro francês Fréderic Brüstlein em impressionar o príncipe e a princesa de Joinville, que tinham interesse em visitar a região.
Do Rio de Janeiro, foram trazidas sementes da palmeira imperial, também conhecida como “palma mater”, plantada por Dom João VI no Jardim Botânico. Supõe-se que as 56 mudas foram transplantadas para o lugar que ocupam hoje entre os anos de 1871 e 1873.
O local rapidamente se tornou uma atração turística. Em 1973, a Rua das Palmeiras, que anteriormente era pavimentada e recebia tráfego normal de veículos, foi transformada em boulevard com o projeto do artista Juarez Machado.
Sempre mantida sob cuidados especiais pelo poder público, em 2000 recebeu 36 novas plantas, cultivadas com sementes tiradas das palmeiras originais, que estavam atingindo a sua vida média, e já haviam sofrido muito com a ação do tempo.
As novas palmeiras foram intercaladas às que já existiam no local, mantendo assim o espaçamento original e criando um novo visual – palmeiras enfileiradas, com duas alturas distintas – que, gradativamente, se integra ao cenário urbano.

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