29 de janeiro de 2012

CEREST - VOCE SABE O QUE É ESSA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PUBLICOS ?

http://comentariosdejoinville.blogspot.com/2012/01/obras-publicas.html

VOCE SABE O QUE É O CEREST ?

Confira, pouquissima gente sabe, mas a função socio-sanitaria é muito importante.

Voce ja leu um relatorio de prestação de contas do CEREST ?


26 de janeiro de 2012

25 de janeiro de 2012

Conheça o Superior Tribunal da Justiça


MARCO ANTONIO VILLA

O Globo

Publicado em 13/12/2011
PELO VALOR DO ARTIGO O GRUPO GUARARAPES SE ORGULHA EM REPASSÁ-LO


O Superior Tribunal de Justiça (STJ) é formado por 33 ministros. Foi
criado pela Constituição de 1988. Poucos conhecem ou acompanham sua atuação, pois as atenções nacionais estão concentradas no Supremo Tribunal Federal. No site oficial está escrito que é o tribunal da cidadania. Será?
Um simples passeio pelo site permite obter algumas informações preocupantes.
O tribunal tem 160 veículos, dos quais 112 são automóveis e os restantes 48 são vans, furgões e ônibus. É difícil entender as razões de tantos veículos para um simples tribunal. Mais estranho é o número de funcionários. São 2.741 efetivos.

Muitos, é inegável. Mas o número total é maior ainda. Os terceirizados representam 1.018. Desta forma, um simples tribunal tem 3.759 funcionários, com a média aproximada de mais de uma centena de trabalhadores por ministro!! Mesmo assim, em um só contrato, sem licitação, foram destinados quase R$ 2 milhões para serviço de secretariado.
Não é por falta de recursos que os processos demoram tantos anos para serem julgados. Dinheiro sobra. Em 2010, a dotação orçamentária foi de R$ 940 milhões. O dinheiro foi mal gasto. Só para comunicação e divulgação institucional foram reservados R$ 11 milhões, para assistência médica a dotação foi de R$ 47 milhões e mais 45 milhões de auxílio-alimentação. Os funcionários devem viver com muita sede, pois foram destinados para compra de água mineral R$170 mil. E para reformar uma cozinha foram gastos R$114 mil. Em um acesso digno de Oswaldo Cruz, o STJ consumiu R$225 mil em vacinas. À conservação dos jardins — que, presumo, devem estar muito bem conservados — o tribunal reservou para um simples sistema de irrigação a módica quantia de R$286 mil.
Se o passeio pelos gastos do tribunal é aterrador, muito pior é o cenário quando analisamos a folha de pagamento. O STJ fala em transparência, porém não discrimina o nome dos ministros e funcionários e seus salários. Só é possível saber que um ministro ou um funcionário (sem o respectivo nome) recebeu em certo mês um determinado salário bruto. E só. Mesmo assim, vale muito a pena pesquisar as folhas de pagamento, mesmo que nem todas, deste ano, estejam disponibilizadas. A média salarial é muito alta. Entre centenas de funcionários efetivos é muito difícil encontrar algum que ganhe menos de 5 mil reais.

Mas o que chama principalmente a atenção, além dos salários, são os ganhos eventuais, denominação que o tribunal dá para o abono, indenização e antecipação das férias, a antecipação e a gratificação natalinas, pagamentos retroativos e serviço extraordinário e substituição. Ganhos rendosos. Em março deste ano um ministro recebeu,neste item, 169 mil reais. Infelizmente há outros dois que receberam quase que o triplo: um, R$404 mil; e outro, R$435 mil. Este último,somando o salário e as vantagens pessoais, auferiu quase meio milhão de reais em apenas um mês! Os outros dois foram “menos aquinhoados”,um ficou com R$197 mil e o segundo, com 432 mil. A situação foi muito mais grave em setembro. Neste mês, seis ministros receberam salários astronômicos: variando de R$190 mil a R$228 mil.

Os funcionários (assim como os ministros) acrescem ao salário (designado, estranhamente, como “remuneração paradigma”) também as “vantagens eventuais”, além das vantagens pessoais e outros auxílios (sem esquecer as diárias). Assim, não é incomum um funcionário receber R$ 21 mil, como foi o caso do assessor-chefe CJ-3, do ministro 19, os R$ 25,8 mil do assessor-chefe CJ-3 do ministro 22, ou, ainda, em setembro, o assessor chefe CJ-3 do do desembargador 1 recebeu R$ 39 mil (seria cômico se não fosse trágico: até parece identificação do seriado “Agente 86”).

Em meio a estes privilégios, o STJ deu outros péssimos exemplos. Em 2010, um ministro, Paulo Medina, foi acusado de vender sentenças judiciais. Foi condenado pelo CNJ. Imaginou-se que seria preso por ter violado a lei sob a proteção do Estado, o que é ignóbil. Não, nada disso. A pena foi a aposentadoria compulsória. Passou a receber R$ 25.00,00. E que pode ser extensiva à viúva como pensão. Em outubro do mesmo ano, o presidente do STJ, Ari Pargendler, foi denunciado pelo estudante Marco Paulo dos Santos. O estudante, estagiário no STJ, estava numa fila de um caixa eletrônico da agência do Banco do Brasil existente naquele tribunal. Na frente dele estava o presidente do STJ.
Pargendler, aos gritos, exigiu que o rapaz ficasse distante dele, quando já estava aguardando, como todos os outros clientes, na fila regulamentar. O presidente daquela Corte avançou em direção ao estudante, arrancou o seu crachá e gritou: “Sou presidente do STJ e você está demitido. Isso aqui acabou para você.” E cumpriu a ameaça. O estudante, que dependia do estágio — recebia R$ 750,00 —, foi sumariamente demitido.

Certamente o STJ vai argumentar que todos os gastos e privilégios são legais. E devem ser. Mas são imorais, dignos de uma república bufa. Os ministros deveriam ter vergonha de receber 30, 50 ou até 480 mil reais por mês. Na verdade devem achar que é uma intromissão indevida examinar seus gastos. Muitos, inclusive, podem até usar o seu poder legal para coagir os críticos. Triste Judiciário. Depois de tanta luta para o estabelecimento do estado de direito, acabou confundindo independência com a gastança irresponsável de recursos públicos, e autonomia com prepotência. Deixou de lado a razão da sua existência: fazer justiça.

MARCO ANTONIO VILLA é historiador e professor da Universidade Federal
de São Carlos (SP).

22 de janeiro de 2012

QUEM SÃO OS ANÔNIMOS !


TERRA DA CORRUPÇÃO SEM LEIS

Enviado por  em 19/12/2011
O ato ocorreu na assembleia legislativa em decorrência da condecoração ao diretor de transmissão da Eletro Norte, que ganhou o titulo de Cidadão do Pará. José Antonio Muniz Lopes em 1989 foi alvo da manifestação da índia Tuíra, que esfregou o facão no rosto do dele. "É ou não é piada de salão assassino de indígena eleito cidadão?"
Geraldo Silva Jardim publicado em Tudo Sobre Plantas.
Brasil sem Lei!!! Tudo para as Mineradoras ,...
Geraldo Silva Jardim 22 de Janeiro de 2012 15:33
Brasil sem Lei!!! Tudo para as Mineradoras , Empreiteiras e Bancos...uma migalha para o Povo!!! Privataria, Mensalao, STF, tudo em frangalhos!!! Condecoraram o engenheiro de Belo Monte!!!! Brasilzao 

21 de janeiro de 2012

POR UMA INTERNET LIVRE - JUNTE-SE A NÓS.

Comunicado:


''Blogueiros estão sendo perseguidos, ativistas tratados como terroristas.

No Brasil, o Congresso está prestes a aprovar o projeto de lei Azeredo, que vai acabar com a privacidade na Internet e criminalizar atividades "online" cotidianas.


Todos os nossos movimentos serão vigiados e poderão ser usados contra nós.


Compartilhar músicas será crime!


Nós temos a resposta!




TRANSGÊNICOS PARA QUEM ?


Trata-se de uma interessante obra sobre as plantas geneticamente modificadas que foram engendradas pelas companhias multinacionais lideradas pela MONSANTO para escravizar os agricultores do mundo. 
Com a introdução dos transgênicos, a esmagadora maioria das sementes nativas de milho, por exemplo, desapareceram. Com agricultores sem sementes nativas são obrigados a comprar sementes da Monsanto, uma semente que obriga você a usar o  o glicofosfato Roundup - Herbicida que  usado quando se planta com sementes de soja transgênica. 
Os países totalmente vulneráveis ao ataque das empresas dos agroquimicos e sementes modificadas devido também a alta corrupção que essas mesmas empresas promovem nos escalões da burocracia nas areas do dos registros de produtos, estão entre outros o  Brasil, India e China,  cenarios preferidos para promover a a escravização dessas massas que se pretende manter incultas. 

As safras transgênicas de milho, soja, etc. ao serem comercializadas pelos agricultores, são obrigadas ao pagamento de "ROYALTIES" pelo uso de sementes patenteadas. 

Tudo isso e muito mais vc poderá ter acesso ao livro Transgênicos para quem? 

Se informe para não falar besteiras quando na roda onde se fala sobre rótulos de alimentos transgenicos que vc compra para alimentar  teus filhos e netos nas prateleiras dos supermercados, entenda o que pode acontecer com esses seus descendentes. 

VOCÊ TAMBÉM É UMA VITIMA DAS TRANSNACIONAIS QUE PATENTEIAM  SEMENTES, SEMENTES QUE PEDEM ADUBOS QUÍMICOS E VENENOS QUE ENVENENAM AGRICULTORES, CONSUMIDORES E O AMBIENTE NATURAL, VITIMAS QUE PROCURAM MEDICAMENTOS QUE SÃO PRODUZIDOS PELOS MESMOS PRODUTORES DE AGROQUÍMICOS E SEMENTES TRANSGÊNICAS.


O SISTEMA É PERFEITO. SE DE UM LADO ENFIAMOS VENENOS NA COMIDA DO BRASILEIRO, DE OUTRO LADO USAMOS OS MÉDICOS SEM ÉTICA PARA RECEITAREM MEDIANTE O RECEBIMENTO DE "FAVORES" E COMISSÕES,  MEDICAMENTOS CARÍSSIMOS QUE NÃO TEM SIMILAR GENÉRICO, PARA EMPURRAR AOS SUS, AO MINISTÉRIO DA SAÚDE, MILHARES DE TONELADAS DESSES QUÍMICOS QUE SÃO PARA "AMENIZAR" O SOFRIMENTO E  DAR MAIS SOBREVIDA AOS INTOXICADOS AGUDOS E CRÔNICOS COM AGROTÓXICOS E TRANSGÊNICOS, PRODUZIDOS NESSES PAÍSES CORRUPTOS. 

TRATA-SE - MAIS UMA VEZ, DE COMO OS 100 MAIS RICOS BANQUEIROS RESIDENTES NOS ESTADOS UNIDOS CONTROLAM OS POVOS DO PLANETA.   

Gert Roland Fischer 
Eng. Agrônomo - CREA-SC 001288-4 
Autor do Livro MENOS VENENO NO PRATO. 

20 de janeiro de 2012

Por trás do documento que pautará a Rio+20 oficial

Por trás do documento que pautará a Rio+20


14/01/2012 16:01 Para Pietricovsky, o rascunho zero do documento final da Rio+20 é ineficiente porque não enfrenta o modelo de produção e consumo capitalista (foto: Inesc)

São 19 páginas, 133 repetições da palavra “sustentável” e 39 do adjetivo “verde”. 
O documentoque servirá de base para os acordos e resultados da Rio+20 oficial da ONU – chamado de rascunho zero (“zero draft”) – foi publicado na última semana, em inglês . Seu texto e sua estrutura revelam uma tentativa enfática de estimular práticas menos danosas para o meio ambiente dentro do modelo econômico hoje vigente. Mas não questiona o caráter insustentável desse mesmo sistema de desenvolvimento. Assim avalia a antropóloga Iara Pietricovsky, do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) e membro do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20. Claro: a simples constatação de quantas vezes uma palavra é utilizada num texto não permite uma análise aprofundada. No entanto, no caso do rascunho zero do documento final da Rio+20, a insistência nesses termos demonstra uma postura de manutenção do modelo atual de produção e de consumo, no qual o setor privado figura como ator principal. Nesta entrevista, realizada por telefone poucos dias após a publicação do rascunho zero, Pietricovsky destrincha os muitos equívocos e poucos acertos da publicação da ONU na construção de uma base para as discussões que deveriam, em sua visão, culminar na transformação da economia atual. “Falo a partir da concepção de que, para se promover sustentabilidade, deve-se enfrentar o tema do modelo de desenvolvimento”, explica a antropóloga. “Posição que essa publicação não toma: logo no Preâmbulo [primeiro capítulo], o documento persiste no conceito de crescimento econômico, que em si é contraditório com a ideia de sustentabilidade ambiental.” Como a ideia de crescimento econômico no modelo atual é incompatível com a noção de sustentabilidade ambiental? Como se promove o crescimento sustentável com expansão agrícola, expansão urbana e industrial – aspectos intrínsecos ao modelo de desenvolvimento atual? Fazendo um paralelo com a nossa política nacional, no modelo hoje vigente, há a insenção de impostos para carros novos. E é esse modelo que se quer chamar de sustentável. Que ideia de crescimento é essa? Você diz, então, que termos como economia verde e desenvolvimento sustentável são, no rascunho zero para a Rio+20, esvaziados? Esse documento não questiona o padrão vigente de produção e de consumo capitalista. Esse padrão só é mencionado nos itens 26 e 107 da publicação [“Reconhecemos que uma economia verde no contexto de desenvolvimento sustentável (...) deve promover padrões de produção e consumo sustentáveis” e “Propomos que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável possam incluir padrões de consumo e produção”]. Em todo o resto, afirmam-se compromisso com medidas paliativas: eficiência energética, reciclagem etc. As inovações produtivas “verdes” sugeridas ali são baseadas num comércio transcontinental e em “empregos verdes”, e não numa forma complementar de produção mais local, que não precisa atravessar o planeta, a baixo custo, mas sim baseadas na exploração do trabalho ou mesmo da escravidão humana e da depredação ambiental. Como você avalia a reafirmação dos Objetivos do Milênio , que deverão ser cumpridos até 2015, segundo a ONU? Os Objetivos do Milênio são uma cilada. Foram uma redução de todo o processo do ciclo social de conferências da ONU, que vem desde 1992 – na Rio 92 –, passando pela Conferência de Direitos Humanos de 1993, pela Conferência Mundial sobre Mulheres de 1995, pela Conferência Internacional sobre o Financiamento ao Desenvolvimento de 2002, pela conferência de Durban de 2002. Todos os acordos e tratados feitos durante esse ciclo foram reduzidos e reorganizados a partir do início da década de 2000, quando foram delimitados os Oito Objetivos do Milênio. Por exemplo, em relação à mulher, o único ponto dos Objetivos do Milênio diz respeito à mortalidade materna [Objetivo 3 ]. Não se entrou nas questões da saúde reprodutiva da mulher ou do direito ao próprio corpo, que eram assuntos fundamentais à época e que ainda são. Os Objetivos do Milênio, nesse sentido, destruíram e reduziram todas as demandas políticas mais importantes das mulheres, ficou só a retórica. Digo que os Objetivos do Milênio não serão atingidos até 2015, como defende o rascunho zero, porque é o que tem alertado anualmente o Social Watch – uma rede internacional de monitoramento dos tratados internacionais, em especial os oriundos da Conferência da Mulher, em Pequim, e da Conferência Social, em Copenhague, ambas nos anos 1990, do qual o Iesc faz aprte. O Social Watch monitora esse ciclo social das Nações Unidas e construiu indicadores para medir se as metas estão sendo alcançadas. Já fizemos vários relatórios internacionais apontando que nenhum dos países atingiu ou deverá atingir essas metas. Como se pode afirmar que os Objetivos do Milênio vão ser atingidos se, ainda por cima, estamos desde 2008 numa época de crise, com contenção de gastos e uma virada conservadora de corte de direitos por parte de muitos governos, como a França, a Espanha, a Grécia, a Itália, Israel e os EUA? No Brasil, aparentemente alguns dos Objetivos do Milênio foram atingidos, como, por exemplo, a educação – todas as crianças estão virtualmente matriculadas na escola. Mas, se formos analisar a qualidade dessa educação, veremos que o Brasil não atingiu essa meta de verdade. Você acha que esse documento demonstra a força do setor privado como ator principal na implementação dessa “economia verde”? É justamente essa ênfase no setor privado que configura o subtexto do documento, juntamente com a falta de preocupação com o enfrentamento do modelo econômico vigente hoje. O setor privado ainda é tratado no mesmo grupo das organizações não-governamentais (ONGs), comunidades indígenas, mulheres etc., nos chamados Major Groups – o que considero um grande equívoco. São organizações de naturezas diferentes, com demandas e poderes diferentes de definir os rumos da história da humanidade, e deveriam ser tratados separadamente. As ONGs do campo da cidadania ativa e movimentos sociais não têm relação com o setor corporativo e empresarial. Não defendemos as mesmas posições. Assim, somos diluídos no conceito abrangente de sociedade civil, o que não é correto. O setor produtivo privado já detém o capital e os mecanismos de influenciar o e mesmo definir a pauta política dos espaços de poder. Ao colocá-los na mesma posição que as ONGs e indígenas em uma disputa de sentidos, a parte fraca e minoritária perde. O rascunho zero não enfrenta a questão do modelo de desenvolvimento – mas sim propõe adequações no modelo já existente para torná-lo “sustentável”, sem mudanças estruturais – porque o setor privado, obviamente, não tem esse objetivo. Indústrias e empresas têm aí um papel fundamental de polo produtor de tecnologias “verdes”. Essas tecnologias serão vendidas e deverão promover a redução de emissões. Em outras palavras: esse documento simboliza certa submissão dos Estados nacionais ao capital do setor privado, movimento iniciado justamente a partir dos Objetivos do Milênio, no início dos anos 2000, quando a ONU se dobrou ao poder do capital e passou a atuar a partir de diretrizes ditadas pelos interesses dos países mais ricos e das instituições do sistema financeiro e do comércio mundial. Os acordos firmados durante o ciclo social de conferências da ONU propunham esse enfrentamento dos padrões capitalistas vigentes? Nesses acordos perpetrados no ciclo social da ONU, havia uma avaliação de modelo, um certo enfrentamento. Como? Bom, se radicalizarmos a ideia dos direitos – econômico, social, ambiental, sexual etc. – que foram instituídos nessas conferências, construiríamos uma nova arquitetura de modelos de existência no planeta. Claro, esse embate tem permeado toda a trajetória histórica da humanidade – a partir do modelo instituído com a Revolução Industrial – e o modo capitalista de produção agora mostra sinais de que quer se revitalizar por meio de uma concepção verde. Por isso, é difícil entender, mesmo que se trate de uma concepção dita inclusiva. Daí digo que esse rascunho zero é contraditório: ao mesmo tempo em que ele reafirma os acordos passados, que propunham o enfrentamento do modelo econômico capitalista atual e convocavam a humanidade para mudar sua forma de existir a partir de uma série de princípios universais de direitos humanos, que, se realizados, seriam revolucionários, na realidade se contradizem e não se realizam com plenitude. O documento rasteja na retórica, no reducionismo e no esvaziamento dos conteúdos antes firmados a parcas expressões declaratórias. De quais questões importantes esse rascunho zero não tratou? Todos os temas transversais (água, energia, cidades, empregos verdes, desastres naturais, mudanças climáticas etc.) foram tratados de forma bem ampla para dar conta das demandas dos major groups. No entanto, não há nenhuma indicação efetiva dos caminhos que deverão ser tomados para tratar dessas questões. As identificações e emendas explicativas desses temas são genéricas e, com isso, pode caber qualquer coisa em seu escopo. Assim, com a identificação de temas prioritários, muitos ficaram de fora. Por exemplo, a questão migratória –, que o Brasil está começando agora, com o Haiti, a vivenciar de maneira mais concreta. Também a questão racial não foi incorporada no documento, o que considero um erro gravíssimo. A divisão de trabalho internacional, o modo de produção e de acumulação de riquezas do mundo se fez à custa de uma relação de exploração de riquezas entre os que têm tecnologia, capital e poder político, e os mais impactados – populações indígenas, mulheres, crianças e populações negras. A questão indígena e da mulher chega até a ser mencionada nesse documento [item 21]. Esses itens, no entanto, além de serem genéricos, não mencionam as populações negras, violadas e discriminadas até hoje. Como se pode não tratar dessa questão em um documento de base que enfatiza a discussão dos três pilares do desenvolvimento sustentável – econômico, social e ambiental – e as relações entre povos, nações e o destino do planeta? Como um documento como esse pode não se comprometer de forma enfática, radical e concreta, com os direitos humanos? Qual o papel da Cúpula dos Povos em contraposição a essa publicação? O nosso papel é ter uma postura crítica a esse rascunho zero. Devemos responder a esse documento e ir além: criar mecanismos de diálogo com a sociedade em geral, mostrar equívocos, como a abordagem e as lacunas que ele apresenta. Há algum ponto que você avalie como positivo nesse documento? A reafirmação de vários tratados e convenções realizados ao longo das últimas décadas, como o compromisso com o direito e o acesso à informação, com os processos de participação, com democracia, com transparência política, financeira e comercial. Essas afirmações são importantes porque são bases sobre as quais a Cúpula dos Povos pode vincular suas lutas e empreender um debate mais profundo e estrutural, indo muito além do proposto pela ONU. Essas conferencias, que resultaram tratados, convenções, protocolos de intenção, são o marco jurídico internacional que nos permite lutar por povos e sociedades melhores, diversas porem universalizadas em seu direito de existir com dignidade. 

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19 de janeiro de 2012

Entrevista com Gustavo Pereira, Pres. da AVOBSA - Ecologia em Ação - 21/01/2012

Entrevista com Gustavo Pereira - Presidente da Associação Viva o Bairro Santo Antônio
Tema: Alagamentos no Bairro Santo Antônio

TV da Cidade

18 de janeiro de 2012

DESTINO CORRETO PARA RECICLADOS ELETRONICOS

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15 de janeiro de 2012

CADASTRO DE IMOVEIS VERDES - ECOLOGICAMENTE CORRETOS

CADASTRO DE IMOVEIS VERDES - ECOLOGICAMENTE CORRETOS

Ecologia em Ação,  iniciou a seleção de  imoveis ecologicamente corretos para criar um cadastro certificado e poder  oferecer aos telespectadores e simpatizante da causa ambiental com boa qualidade de vida as melhores e mais seguras opçoes de compra. 

VOCE NÃO VAI QUERER INVESTIR MUITO DINHEIRO EM UM AP que em dois ou tres anos terá problemas de esgotamento sanitario, os quartos não tem isolamento acustico, os dormitorios voltados para o lado OESTE, não tem isolamento termico, o condominio não tem condições de realizar a reciclagem e comercialização dos residuos gerados, não tem cisternas, não coleta agua da chuva, o projeto de tratamento de esgotamento sanitario antes da inauguração ja tinha problemas, etc. etc.; 

NÃO COMPRE GATO POR LEBRE. 

Admita: você esta comprando uma residencia aonde pretende morar durante anos e mais anos. Você comprou qualidade de vida ou problemas que o vendedor do AP na hora da negociação não soube lhe responder com toda a honestidade e ética ?

CUIDADO PARA NÃO SER ENGANADO. 
LEMBRE-SE VC NÃO ESTA EM MIAMI, NEM NA BAVÁRIA. 

Para que possamos inserir novos construtores e incorporadoras no cadastro VERDE do programa, solicitamos nos informar quais os atributos ambientalmente corretos aplicados aos imoveis colocados a venda:
  1. Energia solar para aquecimento de agua ? SIM-NÃO
  2. Cisterna para coleta de agua da chuva para usos não-potáveis ? SIM/NÃO
  3. ETE - qual o sistema utilizado. Descreva se possivel envie projeto para analise.
  4. O imovel esta ligado a rede de esgotamento sanitario?
  5. Existe compartimento especial para  classificação de reciclaveis  e respectiva coleta seletiva?
  6. As bombas das cisternas são de aço inox ?
  7. O imovel tem o CERTIFICADO da ANVISA ?
  8. Foi destinada area para a horticultura e fruticultura para os condominos ?
  9. As janelas tem protetores solares externos ?
  10. As paredeos do lado Oeste tem isolamento termico ?
Agradecemos por sua participação. 

14 de janeiro de 2012

O PONTILHÃO TORTO QUE BALANÇA

O PONTILHÃO TORTO QUE BALANÇA
Eng. Gert Roland Fischer(*)

De acordo com o CREA-SC, toda obra de engenharia, deve ter um ou mais responsáveis técnicos.  Deve ser colocada no Tapume da Obra ou Acima deste, um plaquetario informando sobre os padrões de licenciamento da obra, tais como Alvará de Construção pelo Seinfra, Licença Ambiental pela Fundema, pelo CREA-SC os responsáveis técnicos de elaboração do projeto, responsáveis técnicos pela execução da obra, identificação da construtora, Visto do CREA-SC atestando que os profissionais pagaram as taxas da ART, autorização do Departamento de Patrimônio de União -  DPU ocupação e laudêmio, CNPJ da construtora, autorização do COMITE DE BACIA do Rio Cachoeira, nada a opor do Ministerio Publico Federal, entre outras quinquilharias, às quais estão  submetidos os empreendedores da iniciativa privada. Ou seja, tudo o que é exigido da iniciativa privada,  deve por LEI,  também ser exigido do poder publico quando implanta uma obra pelas mãos de uma empreiteira que venceu o edital de concorrência.
Todavia nada disso foi atendido:
Com forme a imprensa, o projeto foi elaborado dentro do IPPUJ que não tem cadastro/registro no CREA-SC para elaborar projetos de engenharia, pontes, etc. Os engenheiros/arquitetos do IPPUJ também não emitem as respectivas ARTs para projetos que são elaborados nesse instituto.  
A obra - perante o CREA-SC - esta totalmente irregular.
Perante a FUNDEMA esta totalmente ilegal. Publicamente não apresenta a respectiva licença LAP/LAI que deveria estar exposta no plaquetario.
Diante de tantos segredos e mistérios encobertos pelo CREA-SC e pela FUNDEMA, pode a cidadania de contribuintes soltar o seu fértil imaginario:
Dialogo entre pelego Juca - que trabalhou na campanha -  e a chefia eleita;
-- Chefia, não tem mais uma boca de “comissionado” para mim?
-- Ta tudo lotado cumpanheiro. Já passamos da cota e foi longe demais.....
-- Chefia, como fico então?
-- Pera aí. Por que vc não registra uma prestadora de serviços de engenharia -  micro empresa?
--- Não entendo nada de prestar serviços de engenharia. Trabalhei fazendo bicos assentando tijolos. Mas não entendo de empreitadas de engenharia.
--- Vai, vai, fala com o contador o nosso contador do partido, que ele legaliza pra você. Depois venha conversar novamente comigo. Tá certo irmão?
Um mês depois.
-- Chefia, tai ois paper da “empresa” que o contador preparou. E agora ?
-- Tamo precisando dum empreiteiro pra construir um pontilhãozinho na frente do Forum. Isso vc vai dar conta de fazê. Nois te ajuda. Fica frio.
--- Como faço. Traga os documento da tua micro que te jogamos numa licitação e vc vai sair do sufoco  e tua vida fica aprumada por alguns tempos.
--- Ta bom assim cumpanheiro?
Um mês depois.
Telefonema
---  Juca vem até aqui assinar uns paper, vem logo.
-- Fala chefia, que paper sum esse ?
--- Os papeis para vc construir o pontilhãozinho na frente da câmara. Mas nem apresentei orçamento, sô.
--- Não esquenta com isso.
--- Chefia, mas quanta grana que vai custá esse pontilhãozinho ?
--- Esse dinheiro ta disponível. Dá e sobra. Fique frio. Os Materiais vem tudo pronto nas medida. Vc só concreta os pilares, madeiras, caixaria, tudo fácil. Te arranjo um mestre de obras, gente fina que vai te ajudá.
As obras começaram cortando arvores – como sempre. Os problemas começaram e
não deu outra.
Vejam as fotos do pontilhãozinho do Juca e projetado pelos engenheiros do IPPUJ.

Acredita a cidadania que o MP deva interferir agora. Acabaram-se as férias. É mais que na hora de atender a cidadania. Os acontecimentos passaram dos limites da avacalhação.
Imaginam os contribuintes que com o imposto que pagam, engenharia não é isso.
O MP deverá  abrir inquérito civil publico e investigar os procedimentos, custos, projetos, responsáveis técnicos, legitimidade técnica da contratada, engenheiro responsável pela execução da obra, um engenheiro mecânico de estruturas de aço deverá oferecer um laudo técnico por que a ponte esta instável e sujeita a despencar?
O Departamento do Patrimônio da União também deve se manifestar. Os doutos promotores judiciais deverão analisar através de assessores técnicos-peritos a documentação quanto aos memoriais de calculo de projeto, detalhes de especificação de materiais, detalhamento dos projetos indicando os engenheiros que os elaboraram, constatar as ARTs dos responsáveis técnicos não só pela elaboração, mas principalmente pela implantação das estruturas metálicas. Por outro lado, o lado jurídico, devera verificar as  licenças, legalização, licitação, qualificação da vencedora, quem foram os demais concorrentes na licitação, e muito, muito mais.
O MP deverá perguntar oficialmente ao inspetor regional do CREA-SC se a obra tinha sido fiscalizada e recebido o selo de legalizada? Se não o foi qual o motivo?

Os contribuintes - que deverão pagar os R$ 426.593,02, certamente  mais, muito mais dinheiro, será necessário,  diante dos  erros ( seriam propositais? ) cometidos, que implicarão em desmontar a estrutura torta-cambaia, e receber, por fora, sem licitação, talvez,  mais um tanto ou duas vezes mais. Sim, duas vezes mais, por que deverão ser revistos os projetos, cálculos, verificar as especificações dos materiais que foram utilizados, entre outros procedimentos que - agora SIM, duma vez por todas, deverão ser bem engenheirados, legalizadas como deve fazer sempre a  iniciativa privada.

O nosso  Juca, nessas alturas como pelego de campanha política,  virou réu, num processo judicial e não esta entendendo mais nada.

Coitssxchadoo..................né chefia ?


(*) CREA-SC 001288-4 

O batismo do pontilhão torto foi iniciativa da vereadora Tania. Confiram:

QUALIDADE DE VIDA NO MAR SEM POLUIR

QUALIDADE DE VIDA NO MAR SEM POLUIR

O programa ecologia em ação, encoraja o laser no mar com inteligencia e respeito a natureza.
Vejamos
Diferenças ecológicas entre um Yate equipado com diversos motores e um barco nas mesmas dimensões viajando sem barulhos, fumaças, riscos de explosão, panes de propulsão entre outras.
No caso de um catamaram equipado com 3 velas, sem consumo algum de combustivel e sem o enjoativo e desagradavel cheiro de gases e fumaças que provocam mal estar nos passageiros, sem élices afiadas para cortar os peixes, tartarugas,baleias, e muito mais que detona a qualidade de vida.
Confira.

Agora compare os dez nos que faz essa embarcação anti-ecologica com o catamaram que chega aos 19 nos.

VEJA QUANTO VOCE PAGA POR UM CITROEN NA FRANÇA.


ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMERCIO AMEAÇA PRODUÇÃO DE MEL


ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMERCIO AMEAÇA PRODUÇÃO DE MEL 

Bruxelles a pris deux décisions contradictoires qui fragilisent l'apiculture.

Les apiculteurs sont placés dans une situation inconfortable par les décisions de la cour européenne de justice

Les apiculteurs sont placés dans une situation inconfortable par les décisions de la cour européenne de justice (photo Jean-LucRichard )

La première a levé l'interdiction française faite aux maïsiculteurs d'utiliser du Monsanto 810. Les apiculteurs français avaient obtenu en 2008 cette « clause de sauvegarde » abritant leur miel de toute pollution. Faute d'assise procédurale et technique, la « clause de sauvegarde » était fragile juridiquement. Les partisans des OGM ont réussi à la faire voler en éclats.
Quelques jours après, la Cour de justice a pris une autre décision très contradictoire. Un apiculteur bavarois avait vu son miel contaminé par un essai de Monsanto 810 mené non loin de ses ruches. Son miel avait été saisi par le Land de Bavière, le pollen issu de cet OGM n'étant pas autorisé pour la consommation humaine. La Cour de justice européenne a considéré que les autorités allemandes avaient bien fait. « Du miel contenant du pollen issu d'un OGM ne peut être commercialisé sans autorisation préalable », a conclu la Cour.
Or, si certains OGM sont autorisés pour la consommation humaine, ce n'est pas le cas du Monsanto 810. D'un côté, Bruxelles autorise donc le Monsanto 810, mais, de l'autre, elle en interdit toute trace dans le miel. Cherchez l'erreur. Surtout lorsqu'on sait que le premier exportateur de miel en Europe est l'Argentine, où est utilisé le Monsanto 810…
Course contre la montre
Les apiculteurs de l'Union nationale des apiculteurs de France (Unaf), soutenus par la Confédération paysanne et les Faucheurs volontaires, ont été reçus hier par des représentants des ministères de l'Agriculture et de l'Écologie. Enfin, pas tous. Le Faucheur volontaire Jacky Berrahil, de Marions, à côté de Grignols en Gironde, a été prié de rester à la porte. La réunion avait pourtant lieu au ministère de Nathalie Kosciusko-Morizet, où les Faucheurs ont leurs entrées. « Sans doute la présence de fonctionnaires de l'Agriculture a-t-elle eu raison de la mienne. J'ai pris cela comme un encouragement à la désobéissance civique », a lâché Jacky Berrahil.
Olivier Belval, le président de l'Unaf, ainsi que Guy Kastler, de la Confédération paysanne, ont obtenu l'assurance qu'une nouvelle « clause de sauvegarde », plus solide juridiquement, serait prise sous peu par le gouvernement français. Avant les semis en avril, foi d'animal.
Une promesse qui leur paraît faible. Selon eux, dans les cours des fermes, on profite de la levée de l'interdiction du Monsanto 810 pour en faire rentrer. Cela dans l'espoir d'en semer précocement, à compter de fin février si l'hiver reste aussi doux, et avant que n'intervienne la prochaine « clause de sauvegarde ». La course contre la montre a commencé.
Dominique de Laage rédaction parisienne

13 de janeiro de 2012

CODIGO FLORESTAL DO SENADOR LHS

CODIGO FLORESTAL DO SENADOR LHS




Abrindo a porta eletrônica que se encontra acima, vc vai entender melhor como o Codigo Florestal de SC, influenciou na proposta de código federal florestal.
O código ambiental que foi  elaborado em 2010 em ambientes secretos em algumas instituições do Estado de SC tais como Epagri, Bancos oficiais, Casa Civil, Sindicato dos Agricultores, industria quimica, multinacionais dos empreendimentos turisticos em areas de preservação permanente, Associações Industriais e Associações comercial, Sinduscon, entre outros que vislumbra o lucro a qualquer custo sem se preocupar com as gerações futuras e a qualidade de vida que esta sendo perdida para sempre.
O mentor desse codigo florestal de SC foi o então Governador Luiz Henrique da Silveira. Convocou tecnicos que não constestariam inumeras atrocidades contra a natureza de SC, profissionais que seriam então tambem, aliados aos  projetos internacionais (resorts em manguezais de SC), portos, usinas de carvão, entre outros, idealizados pelo hoje Senador LHS.
O profissional do agronegocio na Camara federal, escolhido por LHS foi o Deputado pelo PMDB de Chapecó, eng. agr. Valdir Collatto, um profissional que apoiou inumeras vezes o seu  imperador, nas sandices do chefe e se propos a elaborar um CODIGO "FLORESTAL" ( É TOTALMENTE AGRICOLA)  que tinha como principal objetivo livrar a cara dos seguintes atores oficiais:

  1. EPAGRI, antes Secretaria da Agricultura - ACARESC - que nunca respeitaram o artigo 2° da Lei 4771-65 Codigo Florestal Brasileiro 
  2. BANCOS OFICIAIS - BESC, BADESC, BRDE, que nunca colocaram objeções nos projetos financiados sobre APPs como margens de rios, destruição de matas ciliares, plantios em encostas ingremes, construção de estradas sem planejamento e engenharia, ocupação das varzeas secando-as como APPs para cultivos irrigados de arroz. 
  3. Prefeituras que nos seus licenciamentos ambientais com apoio da FATMA ocuparam as APPs, desrespeitaram matas ciliares, aterraram areas de acumulação de aguas de chuvas fortes, lotearam banhados, varzeas, e areas de enchentes tradicionais. 
Com a aprovação da Lei Catarinense do LHS, o então governador fez inumeras romarias pelas capitais brasileiras minhocando e envenenando governadores e assembleias legislativas, para que seguissem o modelo perverso de SC, onde os criminosos ambientais que destruiram e ocuparam areas de preservação permanente, fossem perdoados e livrados de processos atendendo-se a Lei dos crimes ambientais - LEI 9.605/2008.
Alguns estados principalmente os estados do MT, MS, Goias, Amazonas, Pará, Maranhão, seguiram os mandos do Imperador Catarinense. 

Todos esses parceiros transgressores, criminosos ambientais do agronegocio e os bancos de financiamento de dinheiros publicos,  foram beneficiados pelo Valdir Collatto, que assessorou o relator do codigo Federal  Alvaro Rabelo entre outros na proposta federal da lei que devera ser aprovada em Janeiro deste ano. 
Já esta tudo acertado com o agronegocio e com as madeireiras do SUL, que hoje detonam a Floresta Amazonica e os cerrados.

A imprensa sempre deu enfase a essas andanças do LHS e do seu assessor tecnico o Eng. Agr. Valdir Collatto deputado federal eleito pelo agronegocio de Chapecó. 

Convido-os a assistir o filminho acima.  

Clorofila + Fotossintese + Vegetais

Clorofila + Fotossintese + Vegetais


Na aula de biologia que vc pode acessar clicando sobre a chave acima, tudo sobre a formação dos vegetais estará claramente disponível. VC, seus filhos, netos - todos gazeteando aulas, poderão fazer essa recuperação.
bom uso.
O programa Ecologia em ação, lhe oferece mais esse presente.
Recomende o nosso portal da cidadania que luta pela qualidade de vida dos que sequer nasceram.

A CORRUPÇÃO DE ANOS MOSTRA SUA CARA NO VERÃO.

Mais uma vez os dramas de verão acontecem e vão se repetir todos os anos. 

As imagens mostradas a cada verão, provam que a corrupção leva toda essa desgraça ao povo brasileiro. O Resultado da corrupção que desgraça esse paizinho explorado pelos banqueiros mundiais sugando 80% dos impostos em juros de dividas que já pagamos diversas vezes, penalizam o povo brasileiro É evidente que os trilhões de reais que pagamos, não chegam para atender aos flagelados. Tudo continua acontecendo como em outras epocas passadas. O povo brasileiro, até as classes mais abastadas, corrompem legisladores, prefeitos, governadores para usar de risco, areas de preservação permanente. Constroem sem a presença da engenharia "barraquinhos" e mansões nas encosta, nas margens dos rios, nas areas de alagamento dos rios, nas baixadas úmidas de inundação, nos manguezais.... Os planos diretores das cidades brasileira são negociados nos balcões da corrupção com os vereadores pelos empreendedores internacionais de mega projetos, com os "donos" das imobiliárias que transformam as cidades em grandes arapucas. São as cidades perigosas, principalmente quando acontecem os verões com chuvas concentradas e cada vez mais fortes. 
As milhares de pontes no Brasil, se não interrompem a drenagem natural, são construídas pelo menor preço e o menor preço significa estreitar os rios, reduzir a passagem das águas. Milhares delas foram construidas estreitas e incompativeis pela passagem das aguas, por que na corrupção, o vencedor da licitação, teve que dividir o valor da obra, com muita gente dos partidos, vereadores, prefeitos e coronéis políticos. Sempre que isso acontece, o vencedor da licitação obrigado a implantar a obra e sem os recursos iniciais, terá que reduzir o vão, estreitar os rios, ou construir em várzeas sem as pontes para promover a drenagem natural das águas. 
Como resultado assistimos nas TVs imagens de pontes estreitíssimas pagas pelos contribuintes sendo arrancadas pelas águas que querem passar.....A imprensa brasileira, tão primaria quanto os políticos que a sustenta, esta proibida de dizer as verdades. Repetem todos os anos as mesmas palavras. Filmam as mesmas mortes, deslizamentos, enchentes como as de Petrópolis, Teresópolis...... e não abrem um grande dialogo com o povo para que se mudem os vergonhosos métodos de apropriação indébita dos impostos.
O importante para os Governos é que para distrair a desgraça do povo, para desviar a atenção do povo, são encorajados programas como PLANETA ATLÂNTICA em Florianópolis, mais um BIG BROTHER, o carnaval que acontece no nordeste o ano todo, as novelas sexuais e programas de baixíssima qualidade e com muita imoralidade. Forja-se com esse bombardeio de banalidades, o caráter de um povo que não se incomoda com nada. Acham que votar em politico criminoso e bandido é bom, por que são esses que permitem construir um barraquinho na margem dos córregos, rios, encostas e em áreas de enchentes naturais.
Fazem décadas que os executivos municipais torcem pelas desgraças atmosféricas. Quando ocorrem so falta soltar foguetes. Mas fazem festas internas nos partidos da vez. Imediatamente decretam estados de calamidade publica e assim, quando vierem as "verbas" publicas para as emergências, não haverá necessidade de licitações, e as "compras" e contratações de empreiteiras, correrá como gostam: soltas, sem controles dos tribunais de contas, tudo para facilitar o roubo, como aconteceu nos municípios da serra do Estado do Rio e em todas as áreas de catástrofe. 
Até quando a classe media brasileira vai estudar um pouco, ler um pouco e pensar em ajudar a salvar essa terra de ninguém?

O dinheiro dos hospitais, das creches, da educação, da segurança é gasto nas "emergências" sem licitação.
A engenharia de  construção de estradas no brasil, não prevê normas técnicas para os barrancos ou taludes que não respeitam as declividades impostas pela força da gravidade + chuvas. Quando o governo federal entrega uma rodovia para uma TERCEIRIZADA que cobra pedágios, muito desse dinheiro do pedágio vai para remediar as cagadas da engenharia do DNER hoje DENIT. Corrupção + corrupção + corrupção. Não tem quem fiscalize tais motretas.
O povo brasileiro será eternamente a vitima dessas ganges.
Não se educa o povo brasileiro para se comportar como CIDADÃO.
Todos os programas de TV são direcionados para criar VILÕES, bandidos, crápulas, explodidores de caixas eletronicos, tudo fortemente ligado à mais nova arma de guerra no Brasil que se chama motocicleta.Voces ja repararam que as leis de transito para as motocicletas não são validas e respeitadas por essa tropa ilegal de choque e de assaltos ? Pensem nisso.

12 de janeiro de 2012

Entrevista com Eni Voltolini - Ecologia em Ação - 12/01/2012

Convidado: Eni Voltolini
Tema: FUMDEMA

TV da Cidade

ONDE ESTAVAM AS NORMAS DE SHT?

Senhores engenheiros de segurança e higiene do trabalho.
Senhores responsáveis pela movimentação de cargas no Porto de São Francisco do Sul

As imagens liberadas pela imprensa sobre a participação das equipes de operários tentando socorrer os atingidos pela quebra de equipamento, bem como os que se envolveram com a remoção da soda caustica, mostraram claramente a total falta de normas de segurança e higiene do trabalho, onde cargas perigosas são manipuladas a cada instante. 
O primarismo dos engenheiros de segurança e higiene do trabalho do Porto, como tambem os das empresas envolvidas nesse escandaloso caso que culminou com a morte de dois cidadãos que executavam trabalhos, vem mais uma vez mostrar que a contratação de responsáveis tecnicos perante o CREA-SC só e feito no papel, no pagamento da ART e a fiscalização do CREA-SC na efetiva participação desses responsaveis tecnicos não acontece. 
É um paisinho de merda, onde tudo se faz na corrupção, na enganação, na canalhice. Cobram taxas, impostos, encargos dos profissionais, mas não fiscalizam de jeito algum o exercício dos maus e péssimos profissionais. 
O resultado - mais uma vez - acaba com a morte de pessoas.
Anotem nas setas, os EPIs utilizados na remoção e manipulação desse produto quimico altamente caustico e perigoso para as pessoas e para o ambiente marinho.
Quantas não-conformidades foram cometidas impunemente. Muitos vestiam bermudas, outros manipulavam o produto perigos sem luvas impermeáveis, total falta de proteção para os olhos, etc. etc. característica dos países sub-desenvolvidos explorados pela burrocracia impune e por uma classe super rica e arrogante, que pouco se importam com as classes operarias e comandados em geral.

O Ministerio do trabalho tambem é e  sempre é o grande omisso. Age criminosamente. Sabe cobrar, processar, penalizar, mas dar atendimento preventivo e permanente na fiscalização de trabalhos perigosos - como é o caso portuario, isso sequer consta da agenda de trabalho dessa gente que tem a obrigação de atender o publico, publico esse  abandonado, sofrido e que paga essas pesadas contas. 

Não colocaram cordões de isolamento. Não mantiveram o povão longe da soda. Curiosos pisotearam o perigoso produto químico cáustico. 

Aonde estava a DEFESA CIVIL de São Francisco do Sul
Aonde estavam os representantes da CIPA do PORTO?

Gente boa e de boa fé brasileira, estamos sendo eternamente enganados.

Aonde estavam os engenheiros de manutenção? 

Quando são terceirizados prestações de serviços, submetidas a licitações, então sabemos que o nivel de corrupção acontece e o resultado que não poderia ser outro, acaba resultando em desastres, catástrofes e mortes. 

Vão abrir um inquerito tambem de mintirinha. Tenho  certeza do resultado do inquérito:

O culpado deverá ser o Navio no qual estava escrito: Não fume. 

Caso o armador seja estrangeiro ai a certeza aumentará para mim quanto ao resultado do "inquerito".
A agencia seguradora tambem irá fazer algum "xunxo":pagará todas as contas, O prejuizo será dividido com  todos os demais que pagam altissimos premios. 

Essa é a cara podre desse braziuuuuuuuh.









11 de janeiro de 2012

Eni Voltolini na Fundema

por Gert Roland Fischer (*)

O eng°  Agrônomo Eni Voltolini,  presidente de uma das mais fortes fundações de licenciamento ambiental de Santa Catarina encontrou uma FUNDEMA ainda fragilizada depois de  atingida por um  “tsuname de lama”,  cujas proporções a sociedade de contribuintes jamais terá conhecimento. A legislação brasileira sempre cheia arapucas,  buracos, passarelas secretas, desvios, e outros escapes foi assim aprovada para dar saída aos  criminosos, representados por  competentes procuradores, terão as maiores facilidades de inocentá-los.
Lembramos ao Presidente da existência dos grandes interesses econômicos que envolvem muitos processos de licenciamento ambiental. Como também lembramos da operacionalidade de algumas  consultorias produzindo brilhantes obras primas protocoladas por peso e não pelo conteúdo que deveriam encerrar.
Perguntamos como Eni Voltolini irá enfrentar esses exércitos de super especialistas em obter a aprovação desses gordurosos estudos? Teria a FUNDEMA – apesar da excelente equipe técnica contratada, condições físicas e jurídicas para analisar e agilizar esses processos ? Frizamos quanto a complexidade dos processos, que  chegam a esses níveis surrealistas de sofisticação, flancos abertos para ação de corruptores.

O programa questionou quais os programas que Eni Voltolini vai agilizar, considerando as equipes de fiscalização que deverão atuar na correta execução das licenças ambientais de instalação concedidas ? As LAIs  expedidas teriam atualmente a contrapartida de uma fiscalização dinâmica a altura dos consultores e cobrança efetiva dos compromissos registrados pelos empreendedores nas mesmas licenças?
O programa questionou os excelentes e pesados processos – perfeitissimos, vistosos, coloridos, brilhosos, (o papel aceitando tudo), quando na realidade de canteiro de obras, sabe-se que pouco ou nada do que constam dos programas básicos ambientais é na realidade aplicado e executado.
Por outro lado sabe Eni Voltolini das centenas de processos pendentes. Quais as  prioridades? As empresas estrangeiras primeiro? Lembrou o programa que os encargos e responsabilidades do presidente da FUNDEMA não se limitam tão somente aos procedimentos de licenciamento ambiental. O presidente também é presidente do COMDEMA, conselho municipal de meio ambiente,órgão paritário e normatizador e fiscalizador. Da mesma forma preside a Câmara ambiental do Conselho da cidade, coordenando projetos, propostas ambientais em favor da sociedade de contribuintes sempre tendo como premissa a qualidade de vida.
Alertamos ao Presidente que enfrentará dezenas de ações judiciais criadas por não-conformidades ambientais e que  envolveram a entidade licenciadora com contribuintes licenciados, os quais não atenderam aos compromissos assumidos no licenciamento ambiental de implantação concedido.  Por outro lado, existem centenas de processos de embargos de obras criminosas que suprimiram a Mata Atlântica, Matas Ciliares, construções em manguezais e restingas, demolição de terras acima da cota 40, etc. que tramitam ainda sem solução nas varas judiciais da comarca.
Recomendou o programa ao presidente, da necessidade de urgentes ações com respeito a implantação de áreas licenciadas para a reciclagem, reuso e classificação de resíduos da construção civil, em atendimento a velha resolução CONAMA 307 de 2004, que Joinville nas ultimas administrações não teve a competência de implantar.
O programa fez um alerta sobre a criação de um Fórum municipal para as mudanças climáticas. Este e todos os demais questionamentos foram respondidos no programa que será apresentado no sábado dia 14 de Janeiro de 2012, as 18:30 – 19:00 horas na TV CIDADE , no blogger www.ecologiaemacao.com  e no Youtube elegendo Ecologia em ação na pesquisa de busca.
Desejo a todos os telespectadores e internautas que se valham dessas informações para que possam fazer uma melhor analise do que poderá vir a ser a nova administração da FUNDEMA.

(*) Eng. Agr. e Auditor ambiental líder – Produtor e apresntador do programa Ecologia em Ação.  
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