31 de julho de 2011

Código Florestal: a sociedade está realmente informada?

Código Florestal: a sociedade está realmente informada?

Rodrigo C.A.Lima

21/06/2011



Tive acesso à pesquisa Datafolha sobre a reforma do Código Florestal e, como pesquisador do tema, sinto-me na obrigação de esclarecer alguns pontos. O objetivo central da pesquisa foi “avaliar o conhecimento e opinião da população sobre os temas abordados na proposta para o novo Código Florestal”. Com esse propósito, foram feitas 1.286 entrevistas, sendo que 93% das pessoas moram nas cidades, 33% possuem de 16 a 29 anos, 44% têm ensino médio e 59% moram na Região Sudeste do Brasil.

A pesquisa revela que 85% dos entrevistados defendem a proteção das florestas e rios, mesmo que isso prejudique a produção de alimentos. E esse número mágico passa a ser usado como o argumento da sociedade para evitar alterações no Código Florestal, mais especificamente quanto à recuperação ou reconhecimento de certas atividades em Áreas de Preservação Permanente (APPs).

O mais intrigante é ver que a pesquisa pretende refletir o sentimento da sociedade, que realmente não está informada sobre a reforma do Código (dos entrevistados, 6% se diz bem informados, 41% mais ou menos informados, 15% mal informados e 38% não tomaram conhecimento), como se as perguntas feitas conseguissem traduzir a realidade desse imenso País, carente de uma lei adequada à sua realidade.

Ao invés de servir como uma ferramenta positiva para o debate sobre a nova lei florestal, a pesquisa induz a sociedade a adotar uma posição: ou a proteção ambiental ou a produção agrícola, como se elas não fossem integradas. Essa dicotomia, ambiental versus rural, é a marca do atraso e das visões idealizadas entre dois mundos que são absolutamente interdependentes.

Perguntas - Basta analisar a formulação da pergunta: “Na sua opinião, as mudanças no Código deveriam: priorizar a proteção das florestas e rios mesmo que, em alguns casos, isso prejudique a produção agropecuária; priorizar a produção agropecuária mesmo que, em alguns casos, prejudique a proteção das florestas e dos rios”. Ora, considerando que apenas 6% dos entrevistados disseram estar bem informados sobre o debate, vale indagar se as pessoas realmente entendem as entrelinhas dessa pergunta!
Entendo as preocupações que o Artigo 8 trouxe quanto ao reconhecimento de atividades agropecuárias em APPs, desde que desmatadas até julho de 2008, o que na prática já estava previsto pela Emenda 186. No entanto, não se pode negar que, em algumas regiões do Brasil, a produção de alimentos ocupa áreas de encostas, beira de rios e montanhas, sem que essa produção gere impactos ao meio ambiente, com destaque para a cultura de arroz em várzeas.

Não se pode simplesmente obrigar a recuperação de todas as áreas de APP, pois além de desnecessário do ponto de vista científico, isso criaria um caos social em inúmeras cidades. No entanto, o texto deveria ser claro o suficiente para que a regra fosse a proteção das APPs e a produção agrícola fosse exceção - desde que cultivada com práticas conservacionistas.

Porcentuais - Não é fácil resolver esse nó da lei florestal, mas é preciso reconhecer que ele se tornou um problema grande porque nunca foi enfrentado de verdade. Voltando à pesquisa, vale destacar que 66% entendem que as atividades agrícolas em certas APPs podem ser mantidas desde que o solo seja protegido e a área não seja sensível a ponto de representar desastres naturais. Ora, esse número parece contraditório com os 85% que defendem a natureza em detrimento dos alimentos, o que justifica dizer que a pesquisa não foi bem feita e ao invés de ser esclarecedora, confunde os entrevistados.

A pergunta sobre o perdão das multas também é enviesada, pois induz as pessoas a pensar que as multas simplesmente serão perdoadas. 79% dos entrevistados é conta o perdão, o que é natural se a pergunta fosse tão simples assim. No entanto, em momento algum o novo Código Florestal deverá simplesmente perdoar multas, pois a nova lei buscará induzir a regularização ambiental das propriedades.

Quem cumprir as regras será perdoado, mas terá que recuperar APPs ou Reserva Legal, ou ainda compensar a Reserva Legal. Troca-se a adequação ambiental pelas multas, o que em direito se conhece como transação. Somente em casos específicos, como certas APPs que deverão ser reconhecidas, não haverá a cobrança de multas nem a obrigação de recuperar.

Critérios - Por fim, vale sugerir uma nova pesquisa com critérios que reflitam com maior profundidade os problemas que levam a não implementação do Código Florestal. Entendo que o tema é complexo, mas explicar o que é a insegurança jurídica causada pelas inúmeras alterações do Código desde 1965, mostrar as peculiaridades de certas APPs, esclarecer que proteger as florestas é um dever não só dos proprietários, mas de toda a sociedade, são somente alguns elementos que deveriam ser esclarecidos.

Além disso, seria no mínimo razoável que os entrevistados abrangessem mais pessoas que vivem no campo ou em cidades agrícolas. Parece razoável, ainda, aumentar o número de entrevistados entre 30 a 50 anos, afinal representam a maior parte da população economicamente ativa do País.

O que a reforma do Código Florestal precisa gerar é uma lei florestal equilibrada, adequada à realidade brasileira e que traga equilíbrio entre conservação e produção. Pesquisas como essa precisam ser um pouco mais detalhadas para ajudar a construir esse novo código. Enquanto os argumentos partirem do pressuposto de que um lado ganha e outro perde, todo o País sairá prejudicado.

Rodrigo C.A.Lima, advogado, gerente-geral do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone), é pesquisador da RedeAgro. E-mail: rlima@iconebrasil.org.br

24 de julho de 2011

ENTENDA O QUE SÃO FOSSAS, FILTROS E CAIXAS DE GORDURA

PARA QUE VC NÃO SE ENVOLVA COM A MERDA E MELHORE A SAUDE DA SUA FAMILIA.

O vaso sanitario é onde todos depositam seus residuos que passaram pelo aparelho digestivo e a bixiga: Fezes e Urina.


Gorduras são geradas nas cozinhas e entram nos ralos das pias. Os residuos das cozinhas devem seguir para a caixa de gordura.

Aguas dos chuveiros devem seguir diretamente para o sistema de esgotos, quando houver, ou para a rede de aguas pluviais. Não podem ser encaminhadas nem para a caixa de gorduras nem para as fossas e filtros biologicos por contaminações de produtos quimicos.
Cuidados redobrados vc deve ter quando usar produtos quimicos tanto nos vasos sanintarios quanto nas pias das cozinhas. Esses produtos caso entrem nos sistemas de biodegradação biologica - fossa e filtro, matam as bactarias que se alimentam da merda e do papel higienico. Quando isso acontece, quem fica feliz, são as empresas tipo "LIMPA FOSSAS"
Um sisstema de fossa & Filtro entope, quando a merda não é mais digerida pelas bacterias que trabalham de graça para nós.Nesse momento entram em função novas bacterias que são as da putrefação. Ai vem um cheiro horrivel que é notado ha mutos metros de distancia.Todo os sistema biologico entra em colapso.
Ai voce assiste na TV propaganda de produtos que tiram cheiro dos vazos sanitarios e da canalização das aguas servidas que não são sifonadas. O telespectador menos avisado ( burrinho ) ou o novo rico, prestam a atenção e passam a comprar as porcarias quimicas que são fornecidas sem a devida certificação da ANVISA. Quanto mais produto quimico vc joga nos vazos, mais fedor aparece.
Na realidade não se deve lançar nenhum produto quimico nos vazos sanitarios. Mas as empresas que vendem esses produtos tipo DIABO VERDE, um violento aciso, que alem de matar todas as bacterias que trabalham gratuitamente para nós, corroem a tubulação que passa a ter vida mais curta. Quem não aprendeu ainda, lembre-se: Ninguem esta preocupado com o usuario do vaso sanitario, do chuveiro, da pia da cozinha e dos sitemas de canalização que são corroidos. Estão preocupados tão somente com o LUCRO deles. Quanto mais ferrarem o consumidor, mais dinheiro ganham.
A seguir algumas imagens que podem te esclarecer sobre sistemas de tratamentos sanitarios e gorduras.


Portanto as fossas devem ser calculadas em suas dimensões em função do numero de usuarios que utilizarão o sistema. Quanto mais gente cagando, maiores e mais complexas se tornam os sistemas de biodegradação.

A esmagadora maioria dos grandes conjuntos residenciais que estão sendo contruidos no Brasil, não tem sistemas de tratamento sanitario certificado pela autoridade sanitaria. Quase todos são sub-dimensionados. Vão entupir, vão entrar em putrefação quando vc estiver pagando a 12 prestação para a CEF, nos famigerados projetos da MINHA CASA MINHA DESGRAÇA.

Infelizmente um povo que não quer aprender, se informar, estudar, ser cidadão, é uma excelente vitima de carteirinha selecionada pelos vivaldinos tipo MINHA CASA MINHA DESGRAÇA, e com a parceria da Caixa.

Não adianta chorar depois que o leite foi derramado.

Que povo cordeiro e escravo é esse que habita esta parte do planeta Terra.

Para mais informações consulte sempre um profissional habilitado e registrado no sistema CREA-CONFEA. São esses profissionais, quando éticos, quando realmente estudiosos e compromissados com o povo, poderão trazer ao cidadão consciente a tranquilidade e certeza que a sua fossa e filtro não entupirão tão cedo.

Duvidas? pergunte no espaço que disponibilizo para vc.

Tem preguiça ? VC é incompetente ?

Ai não posso te ajudar.

Eng. Gert Roland Fischer
CREA-SC 001288-4 - Reg.Nac. 2501375890

23 de julho de 2011

Catadores de material reciclável e ambientalistas do ABC protestam contra incineradora de lixo em São Bernardo,

verdadeira fábrica de doenças





Rua Marechal Deodoro assistiu manifestação contra usina incineradora de lixo que provoca câncer



Composição do lixo brasileiro (úmido demais) emite gases tóxicos como dioxinas e furanos e provoca câncer num raio de 10 km



A maior umidade presente no lixo brasileiro proporciona a emissão de poluentes como dióxido de carbono e ozônio na baixa atmosfera e aumenta a incidência de câncer num raio de 10 km da usina incineradora, de acordo com pesquisa científica realizada pelo Departamento de Epidemiologia, Serviço Regional de Saúde Região do Lazio, da Itália, e da Divisão de Epidemiologia, Saúde Pública e Atenção Primária do Colégio Imperial, de Londres. Algumas regiões tem baixa capacidade de dispersão atmosférica devido a sua formação geológica.

E mais: a última aferição do ar realizado pela CETESB, em junho de 2010, indicou que a qualidade do ar está no nível “saturada sério”, ou seja, com índices de toxinas no ar acima dos níveis exigidos.



Por falta de mercado na Europa fabricantes “empurram” usinas para países do 3º Mundo onde a corrupção prospera



Movimentos ambientalistas internacionais alertam para as ações das empresas fabricantes de equipamentos de incineração de lixo dirigidas aos mercados da América Latina e África, face às dificuldades cada vez maiores que encontram nos mercados europeus. As populações da Inglaterra e da Holanda, por exemplo, não admitem mais a ampliação destas matrizes energéticas. “Os países que optaram por incineração do lixo são em geral países com pouco espaço de aterros e grande porcentagem de resíduos não orgânicos, de difícil compactação e redução de volume. A opção pelos incineradores é regional porque uma única cidade dificilmente produziria o volume de lixo necessário para manter a temperatura de um incinerador deste tipo, que é de no mínimo de 300 toneladas dia [de lixo]”, afirmou Delma Vidal, pesquisadora do ITA sobre tecnologias para aterros sanitários e membro do COMAM.

Para o ambientalista Vicente Cioffi, “há claramente um lobby que vem avançando para a viabilização destas matrizes energéticas poluidoras que já foram rejeitadas no primeiro mundo”.

Em suma, as termelétricas alimentadas tanto por gás natural quanto por lixo representam riscos para a saúde da população.

No caso das usinas alimentadas por queima de lixo, elas emitem gases tóxicos como dioxinas e furanos, considerada até mais prejudiciais do que o urânio e o plutônio, caso haja variações na temperatura do forno. É inadmissível falta de transparência e de debate em relação a assunto tão sério.



Gestores públicos são papagaios de pirata



Quando questionados alguns gestores públicos sem o mínimo conhecimento só abrem a boca para falar besteira, como: “Em nossa cidade a nossa administração fiscalizará a chaminé do incinerador 24 horas por dia”.

O maior absurdo é que alguns porta vozes governamentais estão na administração pública quando muito há 2 anos e meio e isso não os qualificam para uma opinião séria.





Agência Brasil - 21/07/2011

Catadores de material reciclável protestam contra incineradora em São Bernardo
Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil

21 de julho de 2011

20 de julho de 2011

Desembargadora federal Maria Lúcia Luz Leiria isentou mineradora de pagamento de multas

RECUPERAÇÃO AMBIENTAL ISENTA EMPRESA DE PAGAR INDENIZAÇÃO

A 2ª Seção do Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou, na última semana, recurso do Ministério Público Federal (MPF) que pedia a condenação da empresa de mineração Concremax ao pagamento de indenização por danos ambientais à bacia hidrográfica do Rio Itapocu, em Santa Catarina. Conforme a decisão, deve ser mantida a sentença de primeiro grau, pois a empresa teria, no decorrer da tramitação processual, se adequado à legislação ambiental, minerária e às condições estabelecidas no Termo de Compromisso de Ajustamento de Condutas (TAC), firmado com o MPF. O MPF alega que a Concremax exerceu por anos a extração sem obedecer à lei, devendo ser responsabilizada e condenada ao pagamento. A relatora do processo, desembargadora federal Maria Lúcia Luz Leiria, entretanto, entende que não ficou provada a existência de danos irreversíveis a indenizar. Para ela, “é suficiente a cessação da degradação da área de preservação permanente, a recomposição ambiental, a adoção de medidas de segurança, a instalação adequada do porto de areia e o controle das águas de lavação da areia”, condutas comprovadamente realizadas pela empresa.

Rio Itapocu - O rio Itapocu pertencente à bacia hidrográfica secundária sul-sudeste de Santa Catarina. O Itapocu possui uma área de 2930 km², nasce na cidade catarinense de Corupá, banha os municípios de Jaraguá do Sul e Guaramirim, e deságua no Oceano Atlântico, onde é divisor dos municípios de Barra Velha com Araquari. Ao longo da extensão o Rio Itapocu, entre Corupá e Oceano Atlântico, agrega várias empresas de mineração, entre as que fazem a retirada de areia de seu leito, sem nenhum estudo técnico-cientifico apontando pontos de extração de areia via RIMA, - sem falar nas extrações de saibros que são praticados por empresas mineradoras da sua nascente e nos rios formadores da Bacia do Rio Itapocu, entre eles o Rio Jaraguá, que em função deste crime ambiental já agoniza e em períodos de estiagem já se torna canal de esgoto, pois em todo o percurso, igual aos afluentes do Jaraguá, os rios da Luz e Cerro, não mantém mata ciliar, - como determinam as Leis ambientais ainda em vigor...
Fonte: Jornal Absoluto a Voz do Vale do Itapocu - 21.07.11

16 de julho de 2011

Bananalama: motos, shows e lama em Corupá

Bananalama:

motos, shows e lama em Corupá
8ª edição do Encontro de Trilheiros começa hoje e reúne mais de 50 mil pessoas de todo o Brasil.

Pedro Henrique Leal
Publicado 07/07/2011 às 08:43:16 - Atualizado em 07/07/2011 às 09:13:59

Evento tradicional começa hoje em Corupá e deve reunir mais de dois mil trilheiros. Os fãs de motocross têm uma ótima opção para este fim de semana – hoje começa a 8ª Edição do Encontro de Trilheiros Bananalama, em Corupá. Considerado o maior evento do gênero no mundo, a expectativa é que esta edição reúna mais de dois mil trilheiros de todo o país, além de cerca de 50 mil espectadores – só na noite de abertura, devem ser cinco mil pessoas.

Quem ainda não se inscreveu pode preparar o equipamento e calibrar os pneus das motocicletas – embora as inscrições via internet tenham sido encerradas na semana passada, ainda dá para participar da trilha se registrando na manhã do domingo.

Para os amantes do esporte, a programação inclui apresentações das equipes Auto Giro e Cachorrão, do pentacampeão da Copa Brasil de Motocross Freestyle, Gilmar “Joaninha” Flores, e da trupe do veterano Jorge Negretti – dez vezes campeão nacional de motocross. Além dos shows de moto, também fazem parte do roteiro as manobras de “Drift”, do piloto Cássio Fernandes, do Phyra Show, e exposições de carros customizados e esportivos.

Para quem não é tão fã de motocross e de manobras radicais, o roteiro traz também shows musicais, com a banda Nativos e o Grupo Festerê na noite de hoje, Papas da Língua e o grupo Karisma na sexta-feira, grupo Legião e a dupla Xitãozinho e Xororó – o grande destaque da programação musical – no sábado, e LaLuna&Vinicius no encerramento, domingo.

Como em anos anteriores, o evento principal do Bananalama é uma trilha pela região, na manhã do domingo. Nesta 8ª edição, a rota de 60 km, é em homenagem ao veterano Jorge Negretti. “Estamos celebrando os dez anos dele em apresentações freestyle, assim como o conjunto de mais de 20 anos da carreira”, explicou o vice-presidente do Bananalama, Juliano César Baade.

O quê: 8º Encontro de Trilheiros Bananalama

Onde: Seminário Sagrado Coração de Jesus, Corupá
Horário: a partir das 18h30, domingo a partir das 8h.
Quando: 7 a 10 de julho
Informações: (47) 3375-3252, http://www.bananalama.com.br/
Shows:
Hoje: Banda Nativos – Grupo Festerê
Sexta: Papas da Língua – Grupo Karisma
Sábado: Chitãozinho e Xororó – Grupo Legião
Domingo: Dupla Laluna & Vinicius


--------------------------------------------------------------------------------


Caros gestores do CONSEMA/FATMA

Em atenção da Sra. Miriam e Eng. Agr. Murilo Flores

A cada ano aumentam os participantes da FESTA POLITICA do BANANALAMA. São milhares de motos, triciclos, quadriciclos todos usando as trilhas da mata Atlântica com muita folia, algazarra, bebidas, fumaças e barulho ensurdecedor com os decibeis estorando com o silencio sacro das matas nativas.

A vocação do municipio de CORUPÁ é do turismo de grande qualidade ligado a Mata Atlântica e aos recursos hídricos. Deveriam as autoridades ambientais de SC orientar os politicos que apoiam essa festa pagã e violenta, de que correm o risco de descaracterizar a vocação turistica natural do municipio.

Para o evento violento das trilhas, não existem normas aprovadas tanto pela FATMA, quanto pelo IBAMA para uso do ecossistema mata atlântica, lançamento de lixo por todos os lugares, os milhares de participantes fazendo as necessidades fisiologicas em qualquer lugar, barulhos de maquinas e de altofalantes colocados em carros superpotentes provocando um som altissimo - tudo sem controles.

TODA A REGIÃO é CLASSIFICADA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE cenarios deslumbrantes de Corupá onde a atração turistica são as cachoeiras em grande numero.

O licenciamento ambiental do BANANALAMA - um movimento gigantesco de motores fumacentos dentro das matas nativas, deverá sim ser obrigatorio. Nas condicionantes das licenças devem ser analisados os seguintes impactos:

Erosão fortissima causada pelo uso das trilhas.

Mapa detalhado do uso da Mata Atlântica locando todas as trilhas.
Programa de minimização de danos e impactos ambientais negativos nas trilhas cortadas por centenas de córregos que serão contaminados por oleo, argilas e lixo.

Defenição dos Espaços usados pelo povo nas trilhas.

Localização dos sanitários e programa de manutenção dos mesmos nos dias do evento com indicação do afastamento correto dos resíduos sanitários.

Monitoramento das emissões de CO2 e a respectiva compensação.

O impacto do barulho causados por motores, veiculos equipados com poderosos sistemas de barulho.

O gerenciamento do lixo produzido nos dias do evento.

A certificação dos restaurantes e hoteis pela ANVISA.

TAC - termo de ajustamento de conduta sob controle do MP compensando os moradores impactados por essa gigantesca multidão pelos estragos causados em praças, vias publicas, jardins, terrenos turisticos e afins.

A fumaça lançada no ambiente nativo onde animais silvestres são tremendamente impactados

Como condicionantes das licenças, a prefeitura de Corupá devera colocar a disposição sanitários públicos em numero suficiente às exigencias dos participantes que tomarão cerveja em excesso, muito baseado e drogas.

O Secretaria de Segurança do Estado devera autorizar a realização do evento estabelecendo regras legais de segurança para os dias do evento, resguardando os municipes de Corupá de vandalismos, agressões e crimes.

Os lucros da festa pertencem a poucos e a sujeira, os danos ambientais e materiais serão distribuidos por todos os moradores da pacata cidade.

Atenciosamente

Eng. Agr. Gert Roland Fischer
(47) 99858647
Conselheiro do CONSEMA



A TV RBS neste sabado as 09:00 horas no canal 4 mostrou reportagem dos crimes ambientais causados a zona rural de Corupá.

A VERDADEIRA FARRA DAS MOTOS NOS CURSOS D'ÁGUA, CAMINHOS DE ANIMAIS SILVESTRES E BARULHO INFERNAL E MUITA FUMAÇA POLUINDO A NATUREZA.

A FATMA NÃO LICENCIOU TAL ORGIA, TAL DEPREDAÇÃO, TAL PEDOFILIA PERPETRADOS SOBRE AS RESERVAS DA BIOSFERA DE CORUPÁ-SC

14 de julho de 2011

O PAPEL CLIMATICO DAS AREAS VERDES


Nas cidades tropicais, os planejadores urbanos deverão dar mais valor e prioridade às areas verdes que cobrem morros e encostas. São os filtros da atmosfera que purificam o ar que respiramos. O ar frio tende sempre a descer. Portanto quando a atmosfera poluida  se embrenha nos macissos nativos, purifica-se, esfria, carrega-se de umidade e desce deslocando milhares de metros cubicos de puro oxigenio para as areas mais baixas descontaminando a atmosfera e empurrando as camadas poluidas para o alto depois de aquecidas pelo concreto e pelo asfalto.
A maioria dos planejadores urbanos desconhece esses movimentos da atmosfera permeando os bosques nativos produzindo milhões de metros cubicos de ar limpo por hora.
Em Joinville, é o caso dos Morros do Boa Vista e Iririu, que em seus mais de 700 ha. propiciam qualidade de vida e mais saude para os moradores proximos das fraldas e dos vales adjacentes. 
Estima-se que uma população que mora nos divisores da Cota Legal 40 nesses dois morros, mais de 150.000 habitantes, recebam os beneficios dessa ajuda que a natureza propicia para o bem estar das familias.




12 de julho de 2011

contaminação por agrotóxicos

Data: 12/7/2011 15:57:42
Assunto: Livrevista - Projeto Unesp
 
Caro Gert Fischer,

Sou aluno de jornalismo da Unesp de Bauru e participo da Livrevista, um projeto que visa divulgar as informações mais relevantes de cada mês.
Nesta edição, estou escrevendo uma matéria sobre a contaminação por agrotóxicos.
A lavoura que conta com o apoio de agrotóxicos é 40% mais produtiva que a lavoura comum, e o alimento sai 30% mais barato. Sendo assim, proibir o uso de agrotóxicos poderia auxiliar no aumento da fome no mundo.
Com base nisso, gostaria que o senhor comentasse sobre o assunto, ressaltando alguns casos de produção agrícola sem agrotóxicos que, mesmo assim, são lucrativas e acabam compensando para o consumidor; quais são as soluções para os consumidores não correrem riscos com os agrotóxicos; quais malefícios os agrotóxicos podem causar na saúde humana; além de quaisquer outras informações que o senhor considere relevante.
Para conhecer nosso projeto, o senhor pode acessar o portal http://www.livrevista.com/
Estou disponível para responder qualquer dúvida ou sugestão sobre o projeto.
Aguardo sua resposta.
Atenciosamente,
Tiago
 

Dinamarqueses vão importar lixo para geração de energia

segunda-feira, 11 de julho de 2011
Dinamarqueses vão importar lixo para geração de energia
A produção de biogás e outros produtos a partir de lixo está dando tão certo na Dinamarca que o país deve importar resíduos a partir de 2016. Nesse ano ficará pronta uma nova usina de processamento de lixo da cooperativa Amagerforbrænding, hoje a segunda maior do país. A idéia é comprar resíduos de países do norte e do leste da Europa, como Alemanha e Polônia, para dar conta da capacidade total da usina. Hoje, a Dinamarca processa 100% do lixo que produz em empresas privadas e em cooperativas sem fins lucrativos (é o caso da Amagerforbrænding). A população separa o lixo em casa e também leva os recicláveis até postos de troca. A Amagerforbrænding processou no ano passado cerca de 400 mil toneladas de lixo, ou 400 caminhões carregados todos os dias. Na Dinamarca, o biogás produzido a partir do lixo substitui os combustíveis fósseis que seriam usados para aquecimento das casas. De acordo com Vivi Nør Jacobsen, da cooperativa, 4 kg de lixo processados na usina equivalem a 1 litro de óleo para aquecimento das casas. Enviar para o Twitter
Postado por vitor vieira às 7/11/2011 11:52:00 PM

10 de julho de 2011

IMPACTOS AMBIENTAIS CAUSADOS POR GRANDES EDIFICIOS.

Em Joinville na travessa São Jose estão em fase de conclusão tres gigantescos blocos de concreto e tijosos que abrigarão centenas de familias. O estudos de Impacto de vizinhanças analisados pela Fundema mostraram provavelmente não have qualquer impacto as vizinhanças.
As sombras permanentes dos meses de inverno, ja fizeram dezenas de moradores e proprietarios de imoveis da rua Ministro Calogeras, correr, abandonando suas residencias de bom gosto.
O impacto causado as vizinhanças - aprovado pela FUNDEMA não limitou o numero de andares que simplesmente, ao receber ainda mais dois ou tres torres localizadas em topo de morro, que serão construidos no ex-Anthurium hotel - que tambem encerrou negocios, formará um assustador paredão que mudará o micro-clima das ruas conselheiro mafra, Ministro Calogeras e São Jose.

Com a aprovação desses gigantescos blocos de concreto, os moradores das vizinhanças são coagidos a vender - bem baratinho - seus imoveis pois caso contrario não conseguirão melhores preços no futuro.
O impacto economico da FUNDEMA tambem deveria ser considerado. Nas proximidades fecharam: um Jardin de crianças, Uma danceteria, um hotel esta encerrando as atividades, casas de prestadores de serviços pela ausencia de sol, aumento da umidade, aumento de doenças respitarorias, tambem em pouco tempo encerrarão as atividades.
Por paradoxal que possa parecer, os lucros de empredendedores como o dos 3 blocos + 2 é maior pela garimpagem de lotes e casas que fojem da arrogancia desses espigões.
O proximo programa Ecologia em Ação vai mostrar detalhes e imagens.

Proibido glyfosato - Roundup

ESPAÑA: PROHIBEN EL GLIFOSATO



En dos municipios de Tenerife, ciudadanos y ciudadanas han conseguido que se prohíba el uso del glifosato, pero la lucha contra este peligroso herbicida sigue en Argentina y en muchos otros sitios.



De Clara Valverde Gefaell



En los municipios de Tenerife, El Tanque y Santiago del Teide los ciudadanos han conseguido que se prohíba el uso del glifosato, el peligroso herbicida comercializado por la compañía Monsanto como Roundup.

La lucha contra el glifosato en numerosos municipios en Canadá también ha dado resultados positivos. Pero en la ciudad de Barcelona se sigue utilizando en los parques de la ciudad, práctica que hace que los parques de Barcelona sean espacios prohibidos para bebés, niños, ancianos y cualquier persona enferma o persona que no quiera poner a riesgo su salud.



En Argentina, la lucha contra los glifisatos de Monsanto, Roundup, se está endureciendo ya que los lobbies de los EEUU están invertiendo todos sus recursos para asegurarse de que se sigan utilizando en la agricultura argentina, como ha denunciado Wikileaks. La embajada de los Estados Unidos en Argentina defendió el uso del cuestionado pesticida glifosato ante autoridades del Senasa, el organismo responsable de garantizar y certificar la sanidad y calidad de la producción agropecuaria.

Según un cable diplomático de julio del 2009 filtrado por Wikileaks, la embajada tomó la decisión de presentar estudios propios ante el ente regulador que había autorizado el uso del pesticida después de que este diario revelara un estudio científico alertando sobre la posible toxicidad del producto.

El lobbying estadounidense en favor del fabricante del pesticida, la multinacional Monsanto, tuvo lugar seis meses después de que la presidenta Cristina Fernández de Kirchner ordenara al Ministerio de Salud iniciar una investigación oficial sobre los posibles efectos nocivos del pesticida.



“En respuesta a la controversia, la Secretaría de Agricultura de Argentina (a través del Senasa) estuvo reuniendo información para apoyar su aprobación del uso de glifosato en la Argentina. La sección de Agricultura de la embajada le brindó al Senasa información sobre estudios de glifosato, que es de uso común en Estados Unidos y también es usado en el programa de erradicación de coca del Plan Colombia.” El cable también explica el interés de la embajada en defender el uso del pesticida: “Glifosato es el ingrediente activo del popular pesticida Roundup. Monsanto tiene la tajada principal del mercado de glifosato en la Argentina, con el cuarenta por ciento, y por lo tanto es la víctima circunstancial más prominente y más vulnerable a los ataques”.



Sin embargo, el cable no hace referencia a estudios científicos previamente realizados sobre la toxicidad del glifosato de la Universidad de Caen y el Centro Nacional de Investigación de Roscoff, ambos de Francia, de la Universidad de Pittsburg (Estados Unidos), de la Universidad Nacional de Rosario y de la Universidad Nacional del Litoral, aunque esos estudios habían sido citados en el artículo de Página/12 del periodista Darío Aranda sobre el trabajo de Carrasco.

El cable tampoco dice nada sobre los distintos estudios de autoridades sanitarias en el interior del país alertando sobre altas tasas de cáncer y malformaciones en zonas fumigadas.

En cuanto a la validación del estudio de Carrasco, fue publicado en agosto del año pasado por la revista científica Chemical Research in Toxicology en un despliegue de diez páginas, que incluye todos los datos necesarios para ser revisados por la comunidad científica.
En ese ambiente, la publicación de un estudio en una reconocida revista científica es considerada como una aceptación de su seriedad.
Los cables de Wikileaks solo cubren despachos escritos hasta principios del año pasado, por lo que no indican si la embajada dio cuenta de la publicación y corrigió su percepción inicial sobre el trabajo del investigador argentino.



Fumigaciones



Con respecto al uso del glifosato que hace Estados Unidos, no se trata de una situación análoga a la de otros países porque la concentración del pesticida, las otras sustancias tóxicas con las que se mezcla y la forma de aplicación no son las mismas, alertan los científicos. “Así, los conceptos sobre seguridad para el ambiente y la salud, emitidos a partir de la caracterización y evaluación de riesgos calculados para las ‘condiciones normales recomendadas de uso’ en Estados Unidos, no tienen base científica en nuestro medio”, explica la ingeniera agrónoma, bióloga y química colombiana Elsa Nivia en el sitio biodiversidadla.org.

“En Colombia se está aplicando el glifosato sobre los cultivos ilícitos y todo lo que lo circunde, y en una concentración hasta 26 veces mayor, con el agravante de que se está adicionando el surfactante Cosmo-Flux 411F, el cual puede hasta cuadruplicar la acción biológica del Roundup.

A esta lamentable situación se añade algo más perverso: hay denuncias de varias pasadas de las avionetas cuando fumigan sobre zonas campesinas; cuatro, seis y hasta doce veces fumigan el mismo campo”, señala la investigadora.

Las protestas del gobierno ecuatoriano llevaron a Colombia a suspender las fumigaciones con glifosato en la frontera con ese país.



“Denuncias graves”



En enero de 2009, en un discurso donde anunció nuevas medidas para el campo, la presidenta argentina informó sobre la apertura de la investigación oficial acerca de toxicidad del glifosato.

“También hemos tomado conocimiento en estos días, porque ha sido profusamente publicado por muchos medios, e inclusive hay una medida de la Justicia de Córdoba, respecto de la fumigación en la que utilizan determinados agroquímicos en cuanto a las prohibiciones de no hacerlo cerca de poblados por lo que esto significa en impacto a la salud de la población”, dijo Cristina Kirchner.

“Si bien esto es competencia exclusiva de municipios y provincias, le he pedido a la señora ministra de Salud de la Nación que realice una investigación porque me parece que son hechos muy importantes, hacen a la salud de todos los argentinos y ahí uno no puede entrar en cuestión de competencias y jurisdicciones: tiene que poner a disposición todos los elementos porque son denuncias muy graves y además porque han tomado intervención hasta las propias justicias provinciales por casos de contaminación, de agentes cancerígenos, etcétera”, explicó, y prometió seguir el tema “de cerca”.

La Leonesa

De las distintas denuncias a las que hizo referencia la Presidenta, quizá la más grave proviene de la provincia del Chaco. El año pasado un juez provincial suspendió las fumigaciones de arroceras por noventa días en la localidad de La Leonesa y ordenó a la provincia un estudio sobre los efectos del glifosato en esa población.

La Comisión Provincial de Investigación de Contaminantes del Agua publicó el informe en agosto del 2010. Advierte que en los últimos diez años en La Leonesa se triplicaron los casos de cáncer en niños menores de 15 años en la localidad y que se cuadruplicaron los casos de malformaciones en recién nacidos y que esto coincidió con el auge de la explotación arrocera en la zona del departamento Bermejo.

Científicos y ambientalistas denunciaron repetidamente la falta de respuestas del gobierno provincial ante la amenaza sanitaria. El propio Carrasco fue agredido por funcionarios locales cuando visitó La Leonesa en el 2009 para dar una charla sobre los peligros del glifosato, según denunció Amnesty Internacional.

Una explicación posible para la denunciada pasividad del gobierno chaqueño ante estos hechos aparece en otro cable de Wikileaks publicado por este diario la semana pasada, que da cuenta de la visita del entonces presidente de Monsanto Argentina, Juan Ferreyra, a la embajada estadounidense en agosto de 2008.

“Ferreyra dijo que Monsanto estaba teniendo buenas conversaciones con productores de algodón para expandir el uso de bt cotton (algodón transgénico) en la provincia del Chaco, en el norte argentino, y cooperar allí”, dice el cable. “El 12 de agosto Monsanto firmó un acuerdo de cooperación con el gobernador del Chaco.

El embajador pudo apoyar esta iniciativa con una nota en la página editorial del principal diario del Chaco y conversaciones con el gobernador ese mismo día. El gobernador Capitanich se mostró muy entusiasmado en trabajar con Monsanto para mejorar y expandir la producción local de algodón.”



Fuente: http://www.kaosenlared.net/noticia/victoria-contra-herbicida-roundup-pero-quedan-muchas-mas



www.renace.net
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Ocorreu um erro neste gadget