24 de maio de 2013
23 de maio de 2013
Conselho da Cidade - Programa Ecologia em Ação - 25/05/2013
Postado por:
Gert Roland Fischer
22 de maio de 2013
Postado por:
Gert Roland Fischer
SOLUÇÕES EXISTEM.
ADIANTA ALGUMA COISA ?
NÃO! DEFINITIVAMENTE NÃO!
Entre os Espinheiros e o Morro do Amaral, o prefeito Udo Döhler de Joinville-SC-"Brazil", poderá autorizar a GIDION ou a TRANSTUSA a utilizarem esses ônibus holandeses. Sai mais barato que fazer uma ponte mega faturada para dividir como sempre o será.
Soluções existem no Brasil. Todavia o dinheiro do contribuinte dos SUL É MEU PAIS é usado principalmente no Nordeste e Norte, onde cidades inteiras são colonizadas por funcionários públicos. Os bilhões arrecadados nesta rica região do Brasil serve também para adubar os partidos, lobistas de campanha, amigos dos Imperadores, milhões de comissionados, os que ajudaram na campanha, empregos e mais empregos, tudo tirado do transporte, da educação da segurança, da saúde do Sul é Meu Pais. Os amigos do rei não precisam desses requisitos todos para usufruírem o minimo de qualidade de vida, pois o dinheiro surrupiado pela corrupção é suficiente para morarem no exterior, nos paraísos fiscais, no bem bom onde sequer pagam impostos.
19 de maio de 2013
METANO PRODUZ ENERGIA DO LIXÃO EM LIMA NO PERU HA TEMPO.
Postado por:
Gert Roland Fischer
Há mais de 15 anos venho encorajando os prefeitos de Joinville a instalarem a tubulação de coleta do METANO no Aterro sanitário de Joinville para obtenção de recursos gerados pela venda de energia elétrica e de créditos de carbono. Todavia esses prefeitos não estão a serviço dos eleitores. NÃO! Estão sim, interessados na reeleição, em atender motretas dos que custearam as campanhas causando rombos nos cofres do município, empregar vigaristas que fizeram a campanha, sanguessugas de partidos políticos que o povo não elege mais, promovendo a fuga de dinheiro, muito dinheiro que deveria seguir para a saúde educação e segurança. Uma sacanagem sem fim. O povo totalmente alienado e surrado pelas malandragens dos partidos políticos todos corruptos e corruptores, sem exceções empobrecem o povo, desestruturam as famílias e levam o cáos a segurança e reduzem a cada ano a qualidade de vida.
Essa é a merda de situação ditatorial que foi implantada não só em Joinville.
JOINVILLE deixa de arrecadar por projetos sustentados não implantados valores estimados em:
- Central de reciclagem de resíduos sólidos da construção civil - R$ 10.000.000,00 - Dez Milhões ao ano. Por que não acontece? Os prefeitos estão todos enrolados com a MAFIA DA BRITA.
- Usina de craqueamento de resíduos de plastico reciclados nas cooperativas - R$ 4.000.000,00 - Quadro milhões. - Por que não acontece? - Incompetência técnica e compromisso ético.
- Projeto de MDL no Aterro Sanitário gerenciado pela por concessão. Por que não acontece? Corrupção. Os empreendedores que chegam a Joinville são assediados pelos corruptores políticos Não concordam e desistem de Joinville. Valores anuais que deixam de entrar no caixa da PMJ- R$ 6.000.000.00 - Seis milhões de reais.
- Projeto de uso do METANO gerado no aterro sanitário de Joinville para geração energética elétrica. Estimativa de renda anual R$ 24.000.000,00 - vinte e quatro milhões. Por que não é implantado? Pelos mesmos motivos do item anterior. Os sanguessugas políticos querem metade do rendimento como "RAXID" ou seja, querem ser sócios sem investimentos lesando o povo. Investidores sérios não se metem com essa gente.
- Resultado = O CAIXA DA PREFEITURA NUNCA TEM RECURSOS PARA INVESTIMENTO.
17 de maio de 2013
Poluição é maior causa de protestos na China; situação é caótica em Pequim
Postado por:
Gert Roland Fischer
| From: | Zuleica.nycz@gmail.com - Forum ambiental de ONGs do Paraná. |
Em
uma escala de medição da concentração de partículas PM 2.5 (as de diâmetro igual
ou inferior a 2.5 micrômetros, altamente nocivas por serem difíceis de serem
filtradas) em um metro cúbico de ar chegou a 993 em janeiro em Pequim –
em um episódio que ficou conhecido como o “arpocalipse”. A régua de medição,
criada em Pequim pela Embaixada dos Estados Unidos, vai de 0 (ar não é
poluído) a 500 (poluição altamente nociva). Conforme a Organização
Mundial da Saúde, concentrações acima de 100 micrômetros por metro cúbico
são consideradas o pior nível para a saúde.
17
/ 05 / 2013
Poluição
é maior causa de protestos na China; situação é caótica em
Pequim
Mais
da metade dos incidentes públicos na China são originados da insatisfação com o
meio ambiente no país, conforme Chen Jiping, ex-chefe do Comitê de Assuntos
Políticos e Legislativos do Partido Comunista da China (PCC). Há entre 30 mil e
50 mil protestos anualmente no país, de acordo com Chen.
“Se
você quer construir uma planta industrial, e essa planta poderá causar câncer,
como as pessoas poderiam permanecer calmas?”, indagou Chen durante a Conferência
Popular de Consulta e Política em abril, em Pequim.
Com o
aumento da pressão social, até mesmo as políticas nacionais precisaram ser
mudadas. Na semana passada, foi o final de semana que mudou de data. A China
celebra no dia 4 de maio um importante movimento estudantil ocorrido em 1919.
Mas em Chengdu, capital da província de Sichuan, a data também representa o
aniversário de seis anos de um protesto contra a construção de uma refinaria de
óleo e produtos petroquímicos, como o P-xileno, da PetroChina – um projeto que
absorveu um investimento de US$ 6 bilhões.
Durante
a semana que precedeu o dia 4, milhares de mensagens e panfletos foram
distribuídos pela cidade e entre seus 15 milhões de habitantes urbanos. Os
textos chamavam para um protesto contra a instalação de outras fábricas que
produzem P-xileno – um químico altamente poluente utilizado na fabricação de
plástico PET – na região. Uma mulher foi obrigada a pedir desculpas na televisão
local por repassar um post no seu microblog pessoal sobre o protesto, marcado
para o meio-dia de sábado.
Dez
dissidentes foram presos e moradores receberam a visita de policiais que pediam
que as pessoas “não acreditassem nos boatos disseminados por pessoas que queriam
utilizar a data para criar caos”. A resposta do governo provincial foi trocar o
final de semana para a segunda-feira, dia 6, deixando o sábado como um dia útil
e minando as chances de o protesto virar um grande aglomerado fora do
controle.
Procurada
pelo Terra, a prefeitura de Chengdu não quis dar entrevista sobre o
ocorrido.
Em
Kunming, cidade vizinha, o protesto contra a mesma fábrica aconteceu e levou
mais de duas mil pessoas às ruas. A refinaria da PetroChina é alvo de protestos
desde 2007, e a mobilização social já conseguiu embargar a contrução de plantas
nas cidades de Xiamen, Dalian e Nigbo.
“Arpocalipse” –
Estudo publicado em março pelo Deutsche Bank aponta que o governo central
precisa de um plano “big bang” para lidar com sua crise ambiental. O nome do
plano sugerido pelo banco é consoante à realidade dos números da poluição do ar
no país, que chegaram ao cataclismo em janeiro deste ano.
Em uma
escala de medição da concentração de partículas PM 2.5 (as de diâmetro igual ou
inferior a 2.5 micrômetros, altamente nocivas por serem difíceis de serem
filtradas) em um metro cúbico de ar chegou a 993 em janeiro em Pequim – em um
episódio que ficou conhecido como o “arpocalipse”. A régua de medição, criada em
Pequim pela Embaixada dos Estados Unidos, vai de 0 (ar não é poluído) a 500
(poluição altamente nociva). Conforme a Organização Mundial da Saúde,
concentrações acima de 100 micrômetros por metro cúbico são consideradas o pior
nível para a saúde.
Na
capital chinesa, a situação é mais do que caótica. Um estudo liderado pela
Universidade de Pequim e o Greenpeace mostra que o alto índice de PM2.5 no ar
causam a morte de 8.572 pessoas ao ano, o que representa um perda econômica de
US$ 1,08 bilhão ao centro do poder do PCC.
Depois
do “arpocalipse” de janeiro, a prefeitura de Pequim anunciou um investimento de
100 bilhões de yuans (R$ 32,7 bilhões) em três anos para tratar da poluição do
ar e esgotos. Mais de 39% da contaminação do ar na cidade, contudo, vem dos
arredores; em um raio de 600 quilômetros da cidade há mais carvão consumido do
que nos Estados Unidos. A província vizinha de Hebei é responsável por 80% da
queima nacional de carvão – a fonte de energia mais utilizada na China. Entre
50% e 70% das PM2.5 respiradas em Pequim são oriundas de Hebei e Shandong, que
dividem fronteira com a capital. As duas províncias juntas consumiram, em 2011,
700 milhões de toneladas de carvão – mais do que a Alemanha queima anualmente e
do consumo total da Índia –, segundo o Greenpeace.
Mídia –
Pauta diária das mídias nacional e estrangeira, a crise ambiental chinesa tem
levado centenas de milhares de chineses às ruas para protestar por melhores
condições de vida. E muitos dos protestos, como o marcado para acontecer no dia
4 de maio em Chengdu, tornam-se possíveis em função das novas ferramentas
eletrônicas disponíveis.
“O
governo agora se vê pressionado para lidar com os casos mais rapidamente, pois a
imprensa está revelando muito mais casos, e as pessoas ficam sabendo mais
através das mídias sociais”, aponta Ma Haibing, gerente do programa para a China
do Worldwatch Institute, de Washington.
De
acordo com Yang Zhaofei, vice-diretor da Sociedade Chinesa de Ciência Ambiental,
o número de incidentes públicos envolvendo poluição vem crescendo a uma média de
29% ao ano desde 1996. No ano passado, o aumento foi de 120% comparado ao ano
anterior. “Esse acréscimo está ligado intimamente à popularização da internet e,
especialmente, ao surgimento dos microblogs”, avalia Ma.
O
especialista explica que, há uma década, o assunto “meio ambiente” era ainda um
tabu, e muitas das histórias envolvendo vilas de câncer e poluição por fábricas
eram somente reveladas por empresas de mídia de outras províncias, que não
poderiam sofrer retaliação das prefeituras diretamente. Com a escalada do uso de
redes sociais nos últimos dois anos, ocultar casos como o de Sichuan se tornou
uma tarefa quase impossível.
Em
Niuchong, uma vila na província de Hubei, o número de pacientes com câncer
aumentou 80% nos últimos 30 anos. A poluição da água por crômio-6, cádmio e
arsênico causada pela Dasheng, empresa que explora mina de fosfato e fabrica
fertilizantes, fez de Niuchong um dos mais novos casos crônicos de vilas de
câncer na China – um lugar onde nem os porcos sobrevivem à alimentação com
melancias plantadas na região. Desde 2010, um grupo organizado por camponeses
locais protesta semanalmente em frente às portas da fábrica. Os três primeiros
líderes das mobilizações foram presos.
Liu
Jianqiang, editor do portal China Dialogue e especialista em meio ambiente,
acredita que o crescimento da classe média e a melhora da qualidade de vida
contribuíram com a coragem que a sociedade precisava para levar os protestos do
mundo virtual para o real. “A situação já está intolerável, e é uma ameaça à
saúde e à vida. Morador de nenhuma cidade vai mais aceitar que uma fábrica
esteja matando seus filhos – e filhos únicos – pouco a pouco para garantir suas
altas receitas.” (Fonte: Terra)
O Fórum foi uma proposta apresentada pela FEPAM - Federação Paranaense de Entidades Ambientalistas e pela UNEAP - União de Entidades Ambientalistas do Paraná. Tendo como principal ação, integrar, consolidar e proporcionar condições de fortalecimentos de mais de 170 ONGs deste colegiado, que encontram-se em mais de 100 Municipios do Estado do Paraná. É um espaço democrático, unindo todas as bandeiras do sócio-ambientalismo. As Reuniões do FÓRUM são abertas a toda comunidade, ONG´s, OSCIPS, Fundações. http://www.facebook.com/forumdomovimentoambientalistadoparana https://twitter.com/forumparana @forumparana http://www.forumambientalistadoparana.org/
16 de maio de 2013
Portal do Mar - Joinville - Programa Ecologia em Ação - 18/05/2013
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Gert Roland Fischer
Projeto inédito no mundo produz energia a partir de gás metano do lixo
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Gert Roland Fischer
RJ: projeto inédito no mundo produz energia a partir
de gás metano do lixo
Depois do fechamento do Aterro de Gramacho, a montanha de lixo de 60 metros de altura que seria um problema ambiental terá um fim mais nobre.

O lixo vai produzir energia na Baixada Fluminense. Começa a operar em junho um projeto inédito no mundo, que aproveita o gás metano acumulado no antigo aterro sanitário de Gramacho.
Até junho do ano passado Gramacho era o maior aterro de lixo da América Latina. Durante quase 35 anos, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, recebeu milhões de toneladas de resíduos do Rio de Janeiro e dos municípios vizinhos.
O fechamento do aterro deixou para trás uma montanha de lixo de 60 metros de altura. O que à primeira vista parecia ser um gigantesco problema ambiental tem agora um fim bem mais nobre. A decomposição da matéria orgânica acumulada nas profundezas gera metano, um gás combustível, também chamado de biogás.
A partir de junho, o aterro de Gramacho passará a ser oficialmente uma usina de energia. Todo o gás metano do aterro será retirado e transportado por tubulações em direção à estação de tratamento, onde o gás será purificado e bombeado até uma refinaria de petróleo. É o primeiro negócio do gênero no mundo.
São seis quilômetros de extensão de gasoduto, do aterro até a Refinaria Duque de Caxias. O volume de biogás bombeado a cada dia para a Reduc equivale a todo o gás natural consumido diariamente nas residências e estabelecimentos comerciais de todo o estado do Rio.
O contrato prevê o fornecimento de gás por 15 anos. O aterro tem capacidade para gerar 70 milhões de metros cúbicos de biogás por ano, suficiente para abastecer uma frota de 50 mil carros movidos a gás que rodassem 10 mil quilômetros por ano cada um.
“Toda e qualquer cidade poderia ter, a partir do seu aterro, realmente transformando o biogás em gás, equivalente ao GNV, eu dia melhor que o GNV, inclusive em termos de características, e abastecer uma parte da frota da cidade”, afirma o presidente da empresa operadora do sistema, Manoel Avelino.
São ao todo 300 pontos de captação espalhados pelo aterro. Em cada um deles, o gás do lixo sai na pressão. “O aproveitamento energético de aterro, do gás que é gerado no seu interior, é um dever que todos temos que assumir e providenciar para que possa ser simplesmente o fornecimento de gás para residências próximas, geração de energia no próprio aterro ou até purificação e uso como no gás veicular”, afirma o assessor da Diretoria Técnica e de Logística da Companhia de Limpeza Urbana do Rio, José Henrique Penido.
13 de maio de 2013
brasil, eterno paiseco de 5a. categoria ficará sonhando com o FUTURO - hehehehehe
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Gert Roland Fischer
Estadão Forum Leitores (forum@estadao.com)
As notícias
de que os Estados Unidas estão recebendo de volta suas indústrias que haviam
migrado para o exterior comporta um risco para o Brasil. Estão voltando porque
podem produzir melhor e mais barato em seu país, evitando países como o nosso. E
ainda, competirão conosco. Um dos diferenciais é o custo e qualidade da energia
em desenvolvimento há cerca de 3 anos, o gás do xisto, menos poluente e custando
20% de nossa energia. O Brasil tem xisto mas não tem tecnologia nem dinheiro
para explorá-lo e assim como no caso do pre-sal, ficaremos para trás.
Continuaremos a ser o país do futuro. Enquanto os EUA se recuperam de uma crise
extremamente difícil, nós não conseguimos resolver problemas de infra estrutura,
tributação sobre a produção, falta de competitividade, ausência de modernização
nem os básicos, como educação e saúde. Aqui ouve-se, apenas falar em politica e
eleições. Não existe a palavra progresso.
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